Hospital Regional passa a funcionar com força total

Hospital Regional passa a funcionar com força total

Dia 10 de março, o Hospital Regional admitiu 250 novos servidores.

Um ano depois de ser inaugurado, em janeiro de 2011 o Hospital Regional do Sudoeste ainda apresentava problemas técnicos estruturais. Na época, apenas 40 dos 163 leitos eram utilizados pela população. Ainda em janeiro, o médico Badwan Abdel Jaber assumiu a direção do hospital e prometeu ampliar o relacionamento com os municípios do Sudoeste.

Já no início de seu governo, Beto Richa liberou o pagamento de R$ 8,9 milhões para saldar serviços prestados por entidades privadas e para o Fundo Municipal de Saúde, dívidas herdadas da gestão anterior. Foi o começo de uma série de ações que garantiram ao hospital funcionar com força total.

A convocação dos aprovados em concurso de 2010 para trabalharem foi feita no início de fevereiro. Em março, o governo do Estado determinou a nomeação de 524 servidores, o que possibilitou ao hospital atuar com 612 funcionários efetivos.

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A admissão do pessoal ocorreu dia 10 de março. Eram 70 profissionais de nível superior, incluindo 20 médicos, 181 técnicos de enfermagem, 48 de nível médio e 225 profissionais de apoio. O Banco do Brasil montou um balcão para a abertura de contas para os profissionais.

 

Milésima cirurgia

A milésima cirurgia foi realizada em 4 de fevereiro pelos médicos cirurgiões Kit Abdala e Nilso Baldo e o anestesiologista Leonardo Aranha. Foi uma reconstituição dos tendões de um menor de 16 anos. Em 5 de fevereiro, dr. Badwan anunciou a abertura e o funcionamento de mais 10 leitos de UTI. 

Desde junho, o HR está preparado para fazer coletas de sangue em casos de emergência. Os enfermeiros, técnicos e médicos passaram por um treinamento para trabalhar na agência transfusional.

 

Mamógrafo

O mamógrafo do HR que estava ocioso, em outubro passou a ser utilizado pelo Centro Regional de Especialidades (CRE). Como o atendimento é de urgência e emergência, o aparelho que realiza exames para diagnosticar câncer de mama permaneceu parado durante todo este tempo no hospital.

O acerto para transferência do mamógrafo foi discutido pela Associação Regional de Saúde do Sudoeste (ARSS), o Conselho de Secretários Municipais de Maúde (Cresems) e a Secretaria Estadual da Saúde (Sesa).

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