Kumon incentiva alunos a serem autodidatas

Kumon incentiva alunos a serem autodidatas

Há quase 20 anos em Francisco Beltrão, a franquia do Kumon reúne hoje cerca de 120 alunos, entre crianças e adolescentes de todas as idades e adultos que decidiram investir em suas carreiras profissionais. Os cursos de Português, Matemática e Inglês chamam a atenção por causa do método japonês criado há mais de 50 anos.

A professora Nilva Tibes, coordenadora do Kumon há quatro anos, explica que o objetivo é estimular o aprendizado de forma independente. E para que o aluno consiga apreender os conteúdos, é preciso seguir a metodologia do Kumon. “O curso é individual justamente para que ele possa seguir de acordo com a sua capacidade”, conta.

Segundo Nilva, os alunos que apresentam maior dificuldade nos exercícios seguem orientações específicas. “Quem tem dúvidas faz a revisão para fortalecer e avançar com a base. Se não tem uma base, o essencial, não tem como avançar”, analisa. “E o desenvolver dos conteúdos faz com que ele se torne autodidata.”

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A aluna Anne Caroline Mocellin está em Beltrão há três meses. Ela veio do Mato Grosso e decidiu continuar o curso. “Eu não conseguia raciocinar direito, era de vagar pra fazer contas de matemática. E agora percebo que estou mais rápida, que melhorei bastante”, conta Anne que faz Kumon há dois anos.

 

Como funciona

O aluno do Kumon frequenta aulas duas vezes por semana e deve estudar diariamente por pelo menos 20 minutos, ou conforme cronograma combinado. Com a rotina de estudos estabelecida no Kumon e em casa, as atividades individuais dos conteúdos de matemática, de português ou de inglês se tornam um atrativo. “O que vai desenvolver no aluno a habilidade de estudar sozinho”, diz Nilva.

“Quando o aluno chega no Kumon, ele pega o seu boletim com os exercícios corrigidos. Aí ele vê se precisa rever o conteúdo ou se pode avançar”, resume. “E é importante que as pessoas compreendam que o Kumon não é um reforço da escola, mas um curso. É diferente porque na escola o aluno precisa seguir o ritmo da turma. Aqui ele segue seu próprio ritmo”, destaca.

 

História

Nilva é graduada em Geografia, mas decidiu aceitar a proposta de assumir a coordenação do Kumon depois que a antiga proprietária, a professora Esterina Senen, se aposentou. “Eu soube que o Kumon estava para fechar. E só assumi porque vi a melhora do meu filho, por ver ele estudar sem precisar ficar mandando”, lembra.

Marcelo Tibes Peluso, filho de Nilva, levou a sério os estudos do Kumon durante anos. No vestibular de Matemática da Unicentro, de Guarapuava (PR), o jovem se classificou em primeiro lugar, segundo conta a mãe orgulhosa. “O curso de inglês ele fez em seis meses e gabaritou a prova.”

 

Como fazer

O Kumon de Francisco Beltrão está localizado na Rua Pernambuco, 1278, no bairro Vila Nova, em frente do novo Studio Bio Dança. O valor da mensalidade para duas aulas semanais de uma hora é de 130 reais. O Kumon conta com a coordenadora e mais cinco auxiliares e funciona nos períodos da manhã, tarde e noite.

Em média, o curso todo de uma das disciplinas (português ou matemática) dura quatro anos. O de inglês pode ser feito em menos tempo. “Mas depende sempre da disposição e do ritmo do aluno”, conforme lembra Nilva.

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