Centro de Convivência de Idosos é reinaugurado
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| Alunos da Escola Boa Pastor conferiram, junto com os idosos, as melhorias. |
O Centro de Convivência dos Idosos de Francisco Beltrão foi reinaugurado ontem à tarde pela administração municipal. Várias autoridades, entre secretários, vereadores e líderes comunitários, grupos de idosos e alunos da Escola Municipal Bom Pastor estiveram presentes. A reforma custou 45 mil reais e contemplou 600 metros quadrados.
O prefeito Wilmar Reichembach se disse surpreso com o resultado da reforma no centro de convivência. “Eu mesmo fiquei surpreso. Não tinha visto a reforma, não consegui acompanhar. Mas agora estamos com melhores condições de receber os idosos”, comentou.
Reichembach aproveitou para lembrar que a meta de sua gestão é inaugurar uma obra por semana até o meio do ano. “Esta é a obra desta semana. Nós tivemos que antecipar para segunda-feira porque na quarta eu estarei em Curitiba assinando importantes convênios de mais pavimentação asfáltica e da construção de mais uma ponte pra cidade”, anunciou.
O prefeito disse também que esta reforma é o reconhecimento ao público da terceira idade, uma atitude própria para o momento que o município vive. “Não tenho dúvidas de que neste ano, em que Francisco Beltrão comemora 60 anos, nossa reverência é aos idosos. Meu carinho, minha gratidão a todos vocês.”
O secretário de Ação Social Carlito Leal aproveitou para elogiar o novo espaço e reconhecer a contribuição social dos idosos. “Até a dança vai ser melhor aqui. Este é o nosso respeito, da administração municipal aos nossos amigos idosos”, disse.
A dona Maria Romanoski, de 66 anos, tem uma boa convivência com os idosos, mesmo quando está fora de casa. Participante do grupo do bairro Entre Rios, ela não perde um encontro animado com muita dança. “Fazia tempo que eu não vinha porque estava viajando em Medianeira, aproveitando um pouco”, conta.
Ela disse que fez uma boa viagem, mas que sentiu falta dos companheiros beltronenses. E até trouxe algumas dicas para melhorar a programação no centro de convivências. “Lá (em Medianeira) nós tínhamos música ao vivo. Aqui o som é mecânico. Por isso tem pessoas que preferem sair daqui porque em outros lugares tem música ao vivo”, analisa.
Com as sugestões de melhorar a produção musical dos encontros de idosos, dona Maria aproveita também para refletir sobre outras formas de lazer. “Aqui já tentaram trazer brincadeiras, jogos, mas teve gente que não gostou. Teria que deixar quem quer dançar aqui e quem quer outra coisa em uma sala”, sugere.





