O que nos aguarda no início de 2018

Os aumentos estão por vir, principalmente os ligados ao transporte, devido ao combustível nas alturas, e, logicamente, o salário mínimo não acompanhou

Em 2017, as expectativas eram que no próximo ano tudo iria melhorar; algumas dessas expectativas já aconteceram antes mesmo da virada do ano. Considero que 2017 foi o divisor de águas: paramos de afundar num buraco criado no início da década pela nova matriz econômica, encabeçada por Guido Mantega e aqueles que o contrataram. Ainda vai muito tempo para que a economia volte a operar com a pujança que queremos. O ponto positivo é que tem muita gente com vontade. O brasileiro está ávido pelo trabalho, pela prosperidade, pelo resultado. Acima de tudo, pelas definições que 2018 reserva. Logo no início deste ano é aguardada a sentença do juiz Sergio Moro, que pode tornar o ex-presidente Lula inelegível, e as apostas são altas. Aguarda-se ansiosamente pela Reforma da Previdência e se o presidente Michel Temer conseguirá fazê-la antes das eleições, sendo que nesse caso as apostas são baixas, tendo em vista a alegação de ilegitimidade do governo para fazer tal mudança. Nos bastidores, nomes como Henrique Meirelles são estudados para compor uma chapa na corrida eleitoral, juntamente com Geraldo Alckmin, mas aparecem fracos nas pesquisas. Sabe-se que esse governo segurou vários aumentos e que já nesse início de ano irá anunciá-los. O intuito era segurar a inflação de 2017 em baixa e em 2018, bom, veremos o que vai ser! Inegavelmente, a população pagará a conta. Os aumentos estão por vir, principalmente os ligados ao transporte, devido ao combustível nas alturas, e, logicamente, o salário mínimo não acompanhou a evolução dos preços, uma vergonha, tendo em vista os aumentos nos últimos anos. A base de cálculo que utilizaram não é adequada. Com apenas esses poucos detalhes, observa-se que 2018 não será nada fácil, a palavra de ordem é não regredir, pois, mesmo que lentamente, estamos saindo do buraco. Além disso, o resto do mundo não está atrapalhando, esperamos que não haja nenhuma crise externa que nos prejudique. E que em outubro sejam tomadas as melhores decisões. 

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