Valores menores são pagos com papel moeda, já valores maiores, acima de R$ 500 por exemplo, a tendência é pagar um cartão de débito ou de crédito.
O uso de papel moeda para pagar nossas despesas diárias é muito comum, porém alguns países estudam acabar com essa modalidade. Um deles é a China: reguladores financeiros do país estudam a utilização de moedas digitais como meio de pagamento mais baratos e práticos. No Brasil as pessoas ainda preferem utilizar a moeda de papel, porém esse número vem caindo consideravelmente. De acordo com o Banco Central, 60% utilizam com frequência essa forma de pagamento, ante 78% em 2013. Essa redução tem muito haver com o valor das compras, em que valores menores são pagos com papel moeda, já valores maiores, acima de R$ 500 por exemplo, a tendência é pagar um cartão de debito ou de crédito. Um fato inédito é que alguns brasileiros ainda não utilizaram dinheiro de papel, pois em 2013 100% das pessoas haviam utilizado e nesse ano 4% não usaram essa modalidade. As vantagens de usar o cartão ao invés do dinheiro de papel são enormes: acumulo de pontos para descontos promocionais, milhas aéreas, além de evitar assaltos e fraudes com falsificações. Desde a criação das criptomoedas, muito se tem discutido sobre a regulação desse tipo de pagamento. A própria China chegou a proibi-las, porém parece ser um caminho sem volta, pois aumenta cada vez mais o número de usuários e até investidores das famosas bitcoins. Já o comércio estimula o uso de cartões. Parcelamentos e vantagens para quem faz uso dessa forma de pagamento são cada vez mais comuns. É uma tendência, em que até mesmo o salário depositado pelas empresas não é mais em papel moeda ou cheque, e sim em transferência em conta. Os aplicativos invadem cada vez mais. Ir em banco é quase que coisa do passado, paga-se tudo pelo celular, e isso aumentou a capacidade de movimentação em um dia, mês ou ano. Para finalizar, é necessário destacar as perdas que a economia tem com papeis que se perdem em desastres ou até mesmo guardados em locais quase impossíveis de encontrar. Até pouco tempo era frequente pessoas guardarem papel moeda debaixo do colchão, facilitando assaltos e perdas monetárias inflacionárias. A obtenção de algo tangível, que tenha lastro, é essencial, portanto cabe um estudo para equilibrar as novas tendências. Focar nas vantagens e benefícios para população deve ser o ponto central.




