Percebe-se que se perderam algumas vagas, contudo surgiram outras. Não dá para deixar a fábrica toda nas mãos de robôs, sempre será necessário o contato humano para que os negócios sejam protagonizados
O potencial de automação nas indústrias aumentou nos últimos anos, e o que antes era feito por braços humanos está sendo feito por máquinas e robôs. Com isso, a taxa de produtividade aumentou, pois a máquina não te fadiga e não vai ao banheiro. Pode parecer cruel o fato de seres humanos estarem sendo substituídos dessa maneira, e realmente é, porém, outras habilidades estão se fazendo necessárias, como a de controlar, monitorar, informar e incluir algoritmos de respostas às próprias máquinas. Ou seja, percebe-se que se perderam algumas vagas, contudo surgiram outras. Não dá para deixar a fábrica toda nas mãos de robôs, sempre será necessário o contato humano para que os negócios sejam protagonizados, interna e externamente. Um exemplo disso é deixar um robô fazer um trabalho inútil, e, por incrível que pareça, deixá-lo sozinho pode ocasionar essa situação. É necessário acompanhamento humano para que não aconteçam desperdícios. Sem contar algumas áreas em que a frieza da máquina não ajuda em nada. É necessário emoção, poder de convencimento, aproximação, e isso só os humanos podem fornecer. Além disso, quando a tecnologia é atacada e deixa de funcionar, seja por hackers, falhas nos sistemas ou simples quedas de energia, tudo para. Nesse sentido, a ação humana entra em cena, sabendo como contornar a situação e continuar o trabalho. Só que, para isso acontecer, deve haver preparação, e essa é a reclamação da maior parte das empresas, pois a tecnóloga que serviria para ajudar o ser humano se torna um obstáculo quando não existem pessoas preparadas para solucionar os problemas. Enquanto a tecnologia se preocupa com a produção e trabalho pesado, as pessoas têm mais tempo de análises, planejamentos e estudos de mercado. Quando mais a tecnologia é usada para o bem-estar humano, mais possibilidades de serviços de atender as necessidades surgem. Criadores de marcas, tendências, moda, trabalhos artísticos, musicalidade vêm ganhando mais adeptos, e isso é bom. Se olharmos por esse sentido, é a oportunidade que o ser humano tem de desenvolver habilidades que realmente importam. O trabalho que dá prazer. E esse caminho está sendo possibilitado pelas máquinas e robôs que agora fazem o trabalho pesado. Lógico que muitos podem não querer desenvolver tais habilidades, mas isso é uma transição, assim como toda em mudança.




