O encerramento desse tipo de atividade vai abrir caminho para que as empresas abandonem de vez o passado e invistam em soluções inteligentes e verdadeiramente eficientes – e o melhor: sem encher o saco de ninguém!
Os dois lados da moeda. Pois é, quase tudo na vida é assim. O que às vezes melhora – e muito – para um, já não é tão bom para o outro. Será mesmo? Bom, para a alegria de muitos e muitos brasileiros, a solução de um problema antigo está se tornando uma realidade. Uma nova plataforma, chamada “não me perturbe”, foi criada em uma parceria da Febraban com a Associação Brasileira dos Bancos. O objetivo é oportunizar aos consumidores a possibilidade de cadastrar seus números de telefone nessa plataforma para que, em até 30 dias, não recebam mais ligações de telemarketing das instituições que aderiram ao tratado – que em sua maioria oferecem créditos consignados, cartões, entre outros serviços. Inclusive, as empresas que não cumprirem o combinado poderão ser multadas em valores altíssimos. Até aí, tudo bem. Aliás, tudo ótimo, na minha particular opinião – que desde a invenção do WhatsApp fujo corajosamente de todo tipo de ligação, principalmente de telemarketing (que, além de tudo, ainda é uma ferramenta extremamente ultrapassada). Mas foi aí que surgiu a discussão: até que ponto a quase extinção desse método de abordagem pode afetar os resultados de comunicação e vendas das instituições bancárias? A resposta mostra que, na verdade, o “não me perturbe” realmente tem dois lados… e os dois são sensacionais! Além de livrar nossa sagrada paciência desses incômodos da vida real, o encerramento desse tipo de atividade vai abrir caminho para que as empresas abandonem de vez o passado e invistam em soluções inteligentes e verdadeiramente eficientes – e o melhor: sem encher o saco de ninguém! Segundo declarou a própria Febraban, o início dessa operação irá proporcionar a realização de um tipo de comunicação mais assertiva. Ou seja, os esforços serão voltados apenas a quem realmente tem alguma tendência a se interessar pelo produto oferecido. No fim das contas, é possível matar dois coelhos com uma cajadada só, unindo o necessário ao mais necessário ainda. A infinidade de recursos que as ferramentas comunicacionais nos oferecem é um grande presente para quem as usa com inteligência, trazendo resultados e principalmente pensando no melhor para todos os envolvidos. Afinal, já dizia um velho ditado, há males que vem para o bem. E, fazendo uma pequena adaptação, diria também que há bens que vem para o bem. Assim caminhamos para um futuro cada vez mais presente.




