O exemplo da Chevrolet e o foco no que pode ser feito

Com 96 anos de presença em solo brasileiro a General Motors se torna a montadora mais antiga do País, depois do anúncio de fechamento da Ford

Com 96 anos de presença em solo brasileiro a General Motors se torna a montadora mais antiga do País, depois do anúncio de fechamento da Ford. Fundada em Michigan, EUA, em 1908 a marca chegou a ser uma das maiores empresas do mundo, chegando a ser líder de vendas por 77 anos consecutivos.

No Brasil, com suas fábricas em São Caetano do Sul (SP), São José dos Campos (SP) e Gravataí (RS), a montadora está comemorando a marca de 17 milhões de veículos, aproximadamente.

Atualmente a marca é detentora do carro mais vendido, o Onix e encerra o ano de 2020 com uma larga vantagem em relação ao segundo colocado. Nos últimos anos uma das características da Chevrolet é a inovação tecnológica, principalmente em segurança e conectividade, o que fez com que suas fábricas fossem atualizadas e ampliadas.

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Com mais de 338 mil carros emplacados, o mercado brasileiro representa o segundo maior da Chevrolet em todo mundo, ficando atrás apenas do mercado americano, e com tanto sucesso a companhia já prevê mais investimentos por aqui, serão US$ 10 bilhões destinados às fábricas que prevê o desenvolvimento e produção de veículos inéditos.

A capacidade da GM no País é de cerca de 740 mil unidades por ano e a fábrica de Gravataí consegue produzir mais de mil unidades por dia, se consagrando entre as mais eficientes de toda empresa.

O pequeno Celta é o modelo mais vendido de toda história da GM, que já produziu os consagrados Opala, Monza, Vectra, Astra entre tantos outros que deixam saudades, e frequentemente são lembrados nos salões de automóveis com versões modernas e comemorativas.

Apesar da crise vivenciada em 2008, situação em que o País sede da GM teve que intervir para evitar uma possível falência, a companhia se reestruturou com corte de custos e de modelos que tornaram a empresa mais enxuta e adaptada à nova realidade do mercado.

Embora estejamos vivendo um período difícil, existem fatos positivos a se relatar, ademais, olhar o copo meio cheio pode ajudar no processo de restruturação. Sabemos que negatividade e lamentação não contribuem em nada.

Muitas vezes o maior problema está dentro de nós e não fora, como já dizia Oliver W. Holmes. Assim, um foco no que podemos mudar à nossa volta, no que podemos de fato contribuir ao nosso redor, é mais importante do que gastar energia com algo que está distante e que, a priori, não podemos mudar.

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