Cães e gatos, segundo pesquisa, ajudam a reduzir alergias, auxiliam no desenvolvimento motor, cognitivo e ainda melhoram a autoestima.

Só quem tem sabe dar o devido valor!”
Depois de tantos vídeos irresistíveis na internet, fica fácil compreender como a relação entre crianças e pets é especial. É um erro abandonar o animal durante a gestação ou desfazer-se dele quando o bebê chega em casa. Há uma série de pesquisas que comprovam os benefícios desse relacionamento, um deles é a redução de gripes, resfriados, alergias e problemas respiratórios no primeiro ano de vida da criança.As informáções foram publicadas em artigo publicado no renomado jornal “Pediatrics”. É como se os pets dessem uma “fortalecida” na imunidade dos pequenos.
Segundo a médica veterinária Karina Mussolino, gerente técnica da rede Pet Center Marginal/Petz e mãe do Davi de 8 meses e de Escova, um SRD de porte grande, e do Palito, um filhote de Doberman, cães e gatos ainda são ótimos “professores”. “Quando estão próximos às crianças estimulam a fala, os movimentos, o engatinhar, o andar e até facilitam na hora de comer, principalmente naquelas crianças com maiores dificuldades à mesa, pois servem de exemplos”, esclarece.
Estudos já provaram que crianças com cães e gatos costumam ter também uma autoestima e confiança maiores que aquelas que não têm. Segundo os psicólogos e educadores, isso acontece porque eles sabem que têm esses companheiros de quatro patas que não os deixam sozinhos, brincam e os protegem.
“Cães e gatos também auxiliam no processo de educação. Experiências internacionais apontam que crianças que são alfabetizadas e possuem pets, que costumam ler com esses amigos por perto, obtêm maior sucesso. O mesmo vale para estudantes diagnosticados com TDHA (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade)”, lembra a veterinária.
Um comportamento errado é afastar o animal da experiência da gravidez desde o início ou mesmo quando o bebê chegar em casa. A rotina do pet deve ser a mesma. “Nos primeiros dias, deixe o animal se aproximar da criança, sempre com a supervisão de um adulto. É assim que ele reconhecerá o novo membro da família, se acostumará com o cheiro. Na maioria dos casos, eles viram protetores, espécie de seguranças dos pequenos”, informa.





