Na última sessão do Tribunal do Júri em Pato Branco esteve no banco dos réus o escrivão da polícia civil Wagner Schizzi. O profissional estava lotado na Delegacia de Polícia de Chopinzinho, e estava recolhido em Curitiba, aguardando julgamento por duas tentativas de homicídio, fato ocorrido na cidade de São João. A pedido da defesa, exercida pelo advogado Delomar Godói, houve o “desaforamento do júri”, que deveria ter ocorrido em São João. O réu foi condenado por um voto de diferença, a dez anos de prisão para cada tentativa de homicídio, totalizando 21 anos de cadeia. A defesa pretende recorrer.




