Para alguns, o assunto é polêmico, para outros, nem tanto. Qual a sua opinião?
Há quem considere que após o término do namoro é possível manter a amizade, enquanto outros defendem que a amizade dura somente o tempo de ver o ex com outra pessoa.
Para alguns, é polêmico, para outros, nem tanto. E para você: existe amizade após o fim do relacionamento amoroso? “Com o falecido? Como?”, questiona a administradora Melissa Faust, bem-humorada.
“Acho que em alguns casos que são raros pode ocorrer de manter uma amizade. Porém, quando se termina um relacionamento, sempre um dos dois sai com alguma mágoa e acho que depois que passa essa fase até é possível”, declara Thaís Cristina Liston, auxiliar de laboratório.

“Mantém. Depende do grau de maturidade dos envolvidos e da forma como terminou o namoro. Acho muito estranho quando se termina um relacionamento e os envolvidos agem como se não se conhecessem, sendo que em determinado período ambos foram importantes um ao outro”, destaca Gleici Tumelini.

“Acho que não tem como! E nem é legal para o futuro relacionamento”, acredita Janete Basso, faturista.

“Eu acho que possa existir casos raros, mas na grande maioria não; amizade verdadeira, no caso”, comenta Leidiane Candido, esteticista e protetora dos animais.

“Sim. Eu e meu ex-namorado, morando em outra cidade, sempre mantivemos amizade. Ele sempre me ajudou. Da mesma forma eu a ele. Sem mencionar que por ele me conhecer muito bem, consegue iluminar meus caminhos quando preciso. Apesar de ele gostar da banda Roupa Nova e eu de moda, essa luz entre nós permanece. Green eyes… era o jeito como ele me tratava”, comenta Sâmela Ize.

“Depende da maturidade de cada um e do motivo do término. Acredito que quando nenhum sai machucado, quando o término aconteceu sem nenhum tentar passar por cima do outro, pode rolar uma amizade bacana. O ponto está em entender e aceitar”, afirma Bruna Carolina Marcello, psicóloga.

“Acho que depois de um tempo pode até ser”, diz Cleber Juliano Kupkovski, técnico contábil na Consisanet Consultores Associados.

“Hum… nunca consegui tal proeza e nem quis. Acho que são setores diferentes”, responde Gica Schmidt, jornalista.







