O resultado de uma nova pesquisa sugere que a poluição atmosférica aumenta os riscos do surgimento de um quadro de hipertensão. A análise foi realizada com 41 mil pessoas em sete grandes estudos de longo prazo na Europa e o resultado foi divulgado na publicação científica “European Heart Journal”. Todos os participantes eram moradores da Noruega, Dinamarca, Suécia, Espanha e Alemanha, sendo que nenhum fosse hipertenso no início dos estudos, que variaram de cinco a nove anos, resultando em 15% de pessoas com pressão alta ao final do acompanhamento, o que corresponde a 6,2 mil participantes.
Esse risco se assemelha a quem possui um índice de massa corporal (IMC) alto, entre 25 e 30, o que classifica alguém como acima do peso, mas não como obeso. Independente de suas causas, a hipertensão é um dos principais fatores de risco mundiais que levam a mortalidade prematura decorrente de problemas cardiovasculares.
O controle da hipertensão deve ser feito com o acompanhamento de um médico especialista, que normalmente irá receitar medicamentos com o Olmetec, para manter os níveis de pressão controlados. Por se tratar de uma doença com poucos sintomas, é necessário auferir a pressão arterial periodicamente para garantir que o índice esteja menor que 14 por 9.
Dentre as consequência de um quadro de hipertensão não controlado, destacam-se os problemas vasculares, cardíacos e cerebrais, isso porque os vasos sanguíneos são revestidos internamente por uma camada delicada que acaba sendo ferida pela circulação sanguínea com a pressão elevada.





