Pessoas a perder de vista no carnaval da Rua Ponta Grossa, em Beltrão

Os comerciantes fecharam as lojas mais cedo e o Debetran teve que abrir mais duas quadras pra festa.

Como não foi cobrado ingresso, fica difícil ter certeza de quantas pessoas pularam o carnaval na Rua Ponta Grossa, no centro de Francisco Beltrão,

mas estimativa é que tenha sido de três mil foliões.

Fotos: Leandra Francischett/JdeB

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A expressão pode parecer exagerada, mas de cima do trio elétrico não era possível saber onde terminava o “bloco” de gente. “Por ser gratuito, não temos como saber o número exato de quantas pessoas tinha. A quadra ficou pequena, o Debetran precisou aumentar mais duas quadras. Ano passado calculamos 2 mil pessoas; neste ano, achamos que chegou a 3 mil”, diz Silvana Fabian Duarte, que organizou o evento, em parceria com o marido Rafael e com a equipe do Formosa Pub, sendo cerca de 20 pessoas envolvidas.

“Nós nos preparamos para um público maior, mas superou as expectativas. Ficamos felizes, porque vieram famílias, muitos fantasiados, sinal que se prepararam para a festa. Os comerciantes fecharam mais cedo, pra gente arrumar a rua”, conta Silvana. Até o início da manhã de terça-feira, a rua já estava limpa, com a colaboração de funcionários da Prefeitura.

Pessoas de todas as idades reviveram o carnaval de Beltrão. É o caso da família Gagliotto, que estava em três gerações: Geraldo, filho Fernando e netas Clara e Laura e também com Cláudia dos Santos. O que Fernando mais gostou foi das marchinhas, numa nostalgia dos velhos carnavais.

Carnaval em família: Geraldo, Fernando, Clara e Laura Gagliotto, com Cláudia dos Santos. Fernando destaca as marchinhas como ponto alto.

 

O que tem de mais interessante?
Suzy Paczkowski adora pular e passou o gosto para filha Pietra, que estava vestida de bailarina. Pietra completa oito anos dia 9, sábado. Bruno Packard, que trabalha no Departamento de Cultura, emprestou uma fantasia carnavalesca do acervo da Théspis. Taty Ronsani, consultora do Núcleo da Rua Ponta Grossa, parceira da ação, estava mascarada. “É muito bom saber que a gente tem empreendedores que pensam em trazer uma festa desta pra Beltrão”, disse Taty, que estava acompanhada da filha Dafni, oito anos, vestida de unicórnio, e do marido Juliano Trevizol Caxambu, de pirata. A pequena Beatriz Baldo Salvatti, que estava com a mãe Ana Paula Baldo e as amigas Caroline e Laura Figueiredo, oito anos, aprovou os confetes: “É o que tem de mais legal”.

A animação foi da Banda Big Metal, formada por Jair, Marcos, Zolmar, Mário e Leonardo, juntos há cinco anos, além do trio elétrico, com Renato Tesser, Hozana Mathias e Mano Batera. “A gente traz de volta o carnaval retrô, da moda antiga”, ressalta o músico Marcos Mazzochin.

Gente a perder de vista no Carnaval da Rua Ponta Grossa.

Como não foi cobrado ingresso, estimativa informal é que pelo menos três mil foliões participaram da festa. 

 

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