4.400 doses de vacina contra H1N1 foram aplicadas ontem

Saúde

Equipe de profissionais de saúde, da Unidade Básica de Saúde da Vila Nova, preparados para enfrentar o coronavírus. A vacinação contra H1N1 continua nesta semana.

Fotos: Leandra Francischett/JdeB

Francisco Beltrão recebeu 4.400 doses de vacina contra H1N1 destinadas pra pessoas com mais de 60 anos e profissionais de saúde; foram distribuídas em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS) e várias já estão sem. A previsão é receber a segunda remessa esta semana, mas não há data certa.

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“Pela manhã [ontem] teve grande procura, mas foi tranquilo. As unidades estão organizadas pra fazer atendimento pra que fique o menor tempo possível na unidade. Aqueles que é possível atender dentro dos carros estão sendo atendidos. Organizaram fluxo onde a vacina é separada do atendimento normal da unidade e agora só precisamos mesmo aguardar a segunda remessa da vacina”, comenta Manoel Brezolin, secretário municipal de Saúde.

Marinês Biancatti vacina Santin Dalla Betta, 73 anos, na unidade da Cango.

Na UBS da Cango, de acordo com Marinês Biancatti, técnica de enfermagem, foram recebidas 500 doses, que encerraram por volta das 15h. Isso se deve ao atendimento de idosos de outros bairros, onde as doses já haviam terminado. É o caso da UBS da Vila Nova, que recebeu 200 doses, esgotadas às 11h de ontem.

Segundo a enfermeira Fabiane Lara, Vila Nova e Cango estão entre os bairros com maior número de idosos. Apesar da procura, não teve aglomeração de pessoas. Além disso, por precaução, as pessoas entram por uma porta, seguem numa área restrita por um cordão e saem por outra porta.

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Preocupado com a pandemia do coronavírus, Santin Dalla Betta, 73, vacinou-se contra a H1N1 na tarde de ontem. “Não dói, não senti nada”, disse. Por outro lado, Juliana Oliveira Úrio, 80, e Ivaldir Úrio, 74, tentaram se vacinar, mas terão que retornar hoje. O mesmo aconteceu com Neusa Cristofoli, 62, que buscava informações pra imunizar a mãe Adelísia Teresa Cristófoli, 87 anos, e seu irmão João Carlos, 57, que é diabético. Dona Adelísia, que reside em Beltrão há 70 anos, completou 87 anos ontem, dia 23, e se recorda bem da história do município, inclusive fatos da Revolta dos Posseiros, de 1957.

Juliana Oliveira Úrio, 80; Fabiane Lara, enfermeira; e Ivaldir Úrio, 74, na UBS da Vila Nova.

 

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