Política
Em 2016, Ademir Schwartz, então no PSD de Francisco Beltrão, colocou seu nome como pré-candidato a prefeito. Os debates aconteceram e ele não se viabilizou. Para 2020, o desejo de concorrer a prefeito permaneceu e no ano passado ele assinou ficha no PV, com a chancela da deputada federal Leandre Dal Ponte — a mais votada em 21 dos 42 municípios do Sudoeste — e então começou a trabalhar pela candidatura.
Oposição
No início, conversas aconteceram com demais legendas de oposição, PDT, PT, MDB, etc., mas não deu certo. O resultado foi que a dobradinha PV e PDT, a mesma de 2016 (mas agora invertida, com os verdes na cabeça), estará novamente na urna de Francisco Beltrão em 15 de novembro. Anteontem e ontem foram confirmados os nomes da advogada Audrei Dassoler (PDT) como vice e Ademir (PV) como prefeito. “Uma chapa com nomes novos e é isso que queremos apresentar para Francisco Beltrão, sem críticas, sem atacar ninguém, estamos elaborando um plano para o desenvolvimento, e a população vai analisar e decidir”, tem dito Ademir, sempre tranquilo e avesso a polêmicas. São estreantes em corridas eleitorais e esse aspecto será enfatizado na campanha.
Outras chapas
No dia 10 estão marcadas as convenções dos partidos de situação, que irão referendar a atual administração para concorrer a mais um mandato — prefeito Cleber Fontana (PSDB) e o vice-prefeito Antonio Pedron (PSD). Outro grupo de oposição, MDB e PT, com apoio do PC do B e do PSB, deve referendar a chapa Aires Tomazoni (MDB) e Camilo Rafagnin (PT). Os bolsonaristas, reunidos no PSL e no PRTB, ainda não definiram se terão candidaturas ao Executivo. É certo, no entanto, que ao Legislativo as nominatas serão apresentadas.
Mesários voluntários em Beltrão: 50%
O chefe do Fórum Eleitoral da Comarca de Francisco Beltrão, Arno Wolf, comemorou ontem o número de cerca de 50% de mesários voluntários para as eleições deste ano. “Nos últimos dois dias tivemos uma grande adesão; as pessoas devem se cadastrar no site do TRE”, disse. Para a Comarca (Beltrão, Manfrinópolis e Eneas Marques) são estimados cerca de mil pessoas para trabalhar no dia 15 de novembro. As pessoas ganham R$ 35 para almoço e um dia de folga no trabalho (seja público ou privado) por ter servido à democracia no dia da eleição.




