Clarissa nasceu prematura com infecção generalizada, mas se recuperou bem

Saúde

Clarissa ficou dez dias no Hospital Regional.

O dia 17 de novembro foi definido como Dia da Prematuridade e faz parte da campanha Novembro Roxo, com objetivo de chamar atenção para esta que é uma das causas de mortalidade infantil. Franciéle Candiotto Lazzarotto e Michel Lazzarotto, de Francisco Beltrão, comemoram o bom desenvolvimento da filha Clarissa, que nasceu dia 13 de setembro, com 35 semanas e 5 dias. Clarissa veio ao mundo com 43 cm e 2,545 kg, mas, dia 23 de setembro, na alta hospitalar, estava pesando 2.390 kg. Hoje, já está com 3,980 kg.

A gestação foi tranquila, porém, quando Franciéle estava com 33 semanas e 3 dias, teve contrações e a ginecologista receitou medicamentos para inibi-las. As contrações apenas diminuíram e, com 35 semanas e 4 dias, retornaram. “Cerca de um mês antes do nascimento da bebê, comecei a perder líquido amniótico, mas, pela falta de experiência, julguei que fosse incontinência urinária. Por conta disso, ela nasceu antes da data prevista (13 de outubro) e com infecção generalizada”, conta Franciéle.

“Passei a noite do dia 11 de setembro no Hospital São Francisco, com contrações, porém sem dilatação. No dia 13 de setembro, às 3h da manhã, as contrações retornaram, quando fui até o Hospital São Francisco, às 7h30 da manhã, estava com 4 cm de dilatação. Por estar de apenas 35 semanas e 5 dias, fui encaminhada ao Hospital Regional. Lá, tive sangramento e minha bolsa estourou, em questão de uma hora estava com dilatação total e a Clarissa nasceu às 13h13 de parto normal.”

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A menina ficou no Hospital Regional dez dias e precisou ir para a UTI Neonatal, onde recebeu tratamento para uma infecção generalizada, auxílio de oxigênio e fototerapia. Foram seis dias na UTI Neonatal, dois dias na UCI Neonatal e dois dias no quarto. “Tanto na UTI quanto na UCI, eu tinha passe livre para entrar no espaço, para ver a nenê e, principalmente, amamentar. Meu marido tinha direito a uma visita diária, mas não era possível entrarmos juntos por conta da pandemia. Nesse processo todo, tivemos muito apoio de toda a equipe do hospital. Todos os profissionais foram atenciosos e compreensivos, mas o principal suporte que recebemos para ter força nesse processo foi da equipe de psicologia.” As duas psicólogas sempre enviavam fotos e vídeos para os pais e passavam informações tanto sobre a bebê quanto dos procedimentos do hospital.

Quando Franciéle teve alta, o hospital ofereceu um espaço para ficar durante o dia, com alimentação inclusa. A área é oferecida a todas as mães que estão amamentando os bebês da UTI e UCI. “O Estar Materno é um lugar em que podemos ficar para que não seja necessário nos deslocarmos ou ficarmos pelos arredores do hospital esperando o horário das mamadas. É muito útil para nós, da cidade, mas principalmente para as mães da região, porque o deslocamento acaba ficando inviável.”

Clarissa nasceu prematura e com infecção generalizada.

Os pais Franciéle Candiotto Lazzarotto e Michel Lazzarotto comemoram o bom desenvolvimento da bebê.

Este mês é o Novembro Roxo. 

 

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