Geral
Francisco Beltrão tem atualmente 21 crianças participando do projeto Família Acolhedora.
Em vez de ficarem em tempo integral na Casa Abrigo, agora as crianças e adolescentes que vivenciam situações de abandono ou violação de direitos são acolhidas por famílias.
“Elas chegam no abrigo, passam por uma triagem onde se verifica a situação de vacinas, da escola, de saúde como um todo, então elas vão morar com as famílias até que sua situação seja resolvida e possam voltar aos seus familiares”, conta o educador social Moacir da Costa Belliato.
As famílias são previamente cadastradas e passam por uma avaliação de equipe técnica formada por psicólogos e assistentes sociais do município. Depois que as crianças e adolescentes estão com as famílias, os profissionais da Casa Abrigo também fazem visitas periódicas para verificar a situação do acolhido.
O município auxilia com um salário mínimo mensal para as famílias custearem parte das despesas das crianças e adolescentes.
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