Evento vai celebrar o Dia da Mulher e foi pensado para arrecadar fundos para manutenção dos serviços da instituição.

A Associação das Mulheres de Dois Vizinhos – Rede de Combate ao Câncer (Amedv-RCC) está promovendo o 2° Festival de Pizza Cor de Rosa. O evento vai celebrar o Dia da Mulher e as entregas vão acontecer nos dias 5 de março (das 16h às 21h) e 6 de março (das 9h às 13h). O valor da pizza é R$ 25, com a pessoa podendo escolher os entre os sabores calabresa, bagunçada ou chocolate com morango. Todos que adquirirem vão concorrer a brindes. As retiradas serão no Pavilhão da Imaculada Conceição. Quem quiser informações ou comprar pode entrar em contato pelo telefone (46) 99975-4843.
Em virtude da pandemia, o tradicional Chá Cor de Rosa, principal evento da entidade, não aconteceu e, por isso, foi necessário usar a criatividade para arrecadar fundos e manter os serviços em funcionamento. “Mesmo sem o chá, conseguimos parcerias e manter todos os nossos atendimentos. Todos os atendidos receberam as visitas mensais, tivemos todos os cuidados necessários com a pandemia e entregamos as cestas de alimentos e frutas. Precisamos dar continuidade ao trabalho e, para isso, e pedimos a colaboração da sociedade. Conquistamos, recentemente, o apoio da BRF que nos fornece frango e a Paróquia Santo Antônio também está destinando as cestas que recebe para a Amedv e isso nos ajuda bastante”, explicou Jeferson Vieira, vice-presidente da entidade.
Missa de posse é hoje; amanhã tem visita à nova sedeA nova presidente, Sirlei de Freitas Talau, destacou que hoje, 17, às 19h, tem Missa de Ação de Graças e posse da nova diretoria.
“Vou ser empossada na celebração. Na quinta, 18, vamos mostrar a nossa nova sede para as autoridades, para as pessoas que queiram conhecer. Ela foi inaugurada no fim do ano passado e fica atrás do Hospital São Judas. O espaço ficou muito bom, vamos poder trabalhar melhor. A psicóloga tem sala para atender os assistidos, a terapeuta também e vamos ter o espaço da secretaria. Eu e o Jeferson vamos estar ali, na medida do possível, dando uma assistência. Nós utilizamos, hoje, duas salas da igreja. Uma é usada para a terapeuta/psicóloga e outra para atendimentos, para quando as pessoas chegam para preencher os formulários e se inscrever”, disse a presidente.
Ela ressaltou que para começar a receber as cestas a pessoa precisa se cadastrar. “Para começar a ser atendida, a pessoa precisa passar seus dados. Temos um questionário que pede as limitações, quando a pessoa teve a doença, onde faz o tratamento, como está se sentindo, a gente faz as perguntas e joga nos formulários para atender melhor. Se ele é um assistido carente, tem dificuldade, a rede vai dar as cestas com frutas, mantimentos, um suporte para eles e até mesmo, quando há necessidade, se ajuda com os remédios”, completa.
Jefferson destacou que o objetivo da nova direção é reforçar, cada vez mais, a cesta de alimentos oferecida aos associados. “Eu faço visitas há cinco anos dentro da rede e, na maioria das vezes, a gente chega à casa do assistido e não encontra, sequer, um pacote de arroz. Os preços estão subindo nos mercados, seja das frutas, dos produtos, mas as pessoas precisam e vamos buscar melhorar sempre. São pequenas coisas que, para eles, faz a diferença. Então, precisamos fazer com que nossa cesta seja um pouco mais recheada. Como? Com a ajuda de toda a população que nos auxilia”, completou.
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Bazar
Além das promoções, a entidade conta com bazar permanente que comercializa roupas e está instalado no Centro Sul (em frente à secretaria da Paróquia Imaculada Conceição).
“Estamos numa sala enorme, cheia de roupas e, desde já, a gente agradece todas as pessoas que doam. Uma novidade é que agora estamos recebendo cartões de crédito e débito. Tem muita roupa boa, inclusive com etiqueta, coisas novas que recebemos das lojas da nossa cidade”, relatou Jeferson Vieira.
A presidente Sirlei Talau ressaltou que o objetivo é tornar a entidade sustentável a partir do bazar. “Eu queria achar saída de, com esse bazar, conseguirmos nos manter e, até mesmo, parar com tantos pedidos no comércio. Eu sempre disse que de um eu faço mil e eu vou fazer. Vamos investir no bazar, fazer um trabalho maravilhoso lá, precisamos colocar alguém no caixa para receber, até mesmo porque a Eva Geremia, nossa secretária, é um coringa, ela vai por tudo e eu preciso dela. Ela me largou nos primeiros dias por causa do bazar e o que eu faço sozinha? Nós estamos para visitar outros bazares em outras cidades para trazer ideias, mas minha ansiedade é tentar fazer algo diferente para chegar ao assistido dando um suporte maior”, conclui.





