Após 45 dias na UTI e diagnóstico de traumatismo craniano, Alexsandro Magalhães enfrenta longo processo de reabilitação; pais, que são trabalhadores autônomos, buscam apoio para custear tratamentos.

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A vida de Alexsandro Fiorentin Magalhães, de 28 anos, mudou drasticamente na tarde de 19 de janeiro. Enquanto trabalhava com a entrega de um veículo, o jovem sofreu uma colisão gravíssima na PR-182, no trecho entre Ampére e Santa Izabel do Oeste. Após lutar pela vida em um leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) por quase dois meses, Alexsandro está de volta ao lar da família, no Bairro Cristo Rei, em Francisco Beltrão. No entanto, ele precisa reaprende varias coisas para voltar a ter uma vida minimamente normal.
O acidente deixou sequelas profundas no jovem. Alexsandro sofreu múltiplas fraturas e um traumatismo craniano severo. “Ele conseguiu sobreviver porque tem uma missão a cumprir, mas o processo de recuperação é prolongado e lento”, relata a professora Rosa Fiorentin Vandresen, tia do jovem.
Segundo ela, o sobrinho hoje enfrenta uma rotina de “renascimento”, precisando reaprender funções básicas como falar, andar e se alimentar. Para ajudar nos custos do tratamento, uma ação entre amigos e uma vakinha foram lançadas. Rosa aproveitou a reunião do Rotary Francisco Beltrão Marrecas para pedir o apoio dos rotarianos.
A necessidade de auxílio
Embora o atendimento inicial tenha sido realizado pelo SUS, a fase de reabilitação exige cuidados multidisciplinares contínuos, incluindo fonoaudiologia, psicologia e fisioterapia intensiva.
A estrutura financeira da família, contudo, é limitada. Os pais de Alexsandro, Jocemar Magalhães (pedreiro) e Ivone Fiorentin Magalhães (diarista), são trabalhadores assalariados e não conseguem arcar sozinhos com a alta demanda de insumos e profissionais especializados.
“A família tem ajudado dentro do possível, mas hoje eles precisam de muito auxílio. Minha irmã e meu cunhado dependem dessa ajuda para dar conta de toda a demanda do filho”, explica Rosa.
Apesar de haver um seguro da empresa onde o jovem trabalhava, o processo de reembolso é burocrático e demorado, exigindo o pagamento imediato das despesas para posterior prestação de contas, o que torna a situação financeira insustentável no momento.
“É uma readaptação total. Tudo isso tem um custo e precisa de recursos financeiros. Por isso, estamos solicitando esse apoio da comunidade de modo geral. Quem puder colaborar será muito bem-vindo”, diz Rosa.
Como colaborar
Para viabilizar a continuidade dos tratamentos, uma campanha de arrecadação foi lançada em Francisco Beltrão e região. A comunidade pode contribuir através de doações diretas, comprando uma ação beneficente ou contribuindo com uma “vaquinha” virtual.
Serviço: Os interessados em ajudar na recuperação de Alexsandro Magalhães podem entrar em contato com a família no Bairro Cristo Rei, realizar contribuições via chave Pix 46 – 98828-7884, da irmã dele, Daniela Fiorentin Magalhães.




