Colégio Agrícola promove semana de oficinas, palestras e visitas
O Colégio Agrícola de Francisco Beltrão realiza, desde segunda, 6, sua semana de estudos anual. Esta é a terceira edição em que os alunos participam de palestras e oficinas e fazem visitas. As atividades são realizadas nas salas de aula, no pátio da escola, no centro de eventos do parque de exposições, na Unisep, na Unioeste e na Unipar.
Segundo o professor Alzemiro Prando, coordenador de cursos, a UTFPR é quem vai emitir certificado de 40 horas aos alunos. “Nós também teremos um debate sobre o novo código florestal na universidade. Lá também serão realizadas palestras com os funcionários e os professores”, comenta.
A semana de estudos envolve os 280 alunos do colégio — 230 são internos. E a intenção é despertar as habilidades culturais. Num lugar com tanta gente convivendo diariamente, o período em que o quadro de giz fica praticamente vazio chega a ser uma terapia.
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Mãos e cabeça em ação: alunos participam de oficina. |
No pátio do colégio, os alunos que optam por aprender sobre escultura em argila precisam estimular muito mais dos que as mãos e os dedos. “Cada um define o que quer fazer e vai manuseando”, comenta Driele Faenello, instrutora da oficina e estudante de Artes Visuais na Vizivali, em Dois Vizinhos.
A colega Cristiane Biancato, que também é voluntária na semana de estudos da escola oficina, complementa que os alunos são incentivados a observar modelos e a desenvolver suas próprias esculturas. “Quanto mais devagar a argila for manuseada, melhor é o resultado. Portanto, não precisa ter pressa, pode ir trabalhando aos poucos”, ensinava Cristiane, na tarde de segunda.
O enfoque das oficinas realizadas no Colégio Agrícola, nesta semana, vai do trivial, como artesanato e palestras, à novidade dos movimentos aprendidos sob o tatame. Em uma das salas, a aula é sobre dança de salão. Na porta da frente, o professor de jiu jitsu Álvaro Francescon ensina artes marciais. Um assunto diferente e que despertou a curiosidade principalmente dos meninos alunos do colégio.
Edson Candiotto, de 16 anos, sabia pouca coisa sobre o jiu jitsu no início desta semana. Mas já se demonstrava com expectativas para descobrir uma nova atividade. “Eu ainda não sei direito, mas pretendo continuar aprendendo se eu gostar”, comentou Edson, que confessou admirar esportes relacionados ao combate.





