Secretaria lança campanha contra febre aftosa e destaca papel do vacinador

Secretaria lança campanha contra febre aftosa e destaca papel do vacinador

 
O vacinador Odir Rigo ao fazer a primeira aplicação da
dose, na comunidade de Nova Concórdia.

A campanha de vacinação contra a febre aftosa foi lançada ontem em Francisco Beltrão na propriedade dos produtores rurais Antoninho e Mairi Godinho, na comunidade de Nova Concórdia. Quem fez a primeira aplicação no plantel foi Odir Rigo, que é vacinador. Esse trabalho, inclusive, tem o seu papel evidenciado, neste ano, pelas autoridades municipais.

A secretária de Agricultura Denise Adamchuk disse que a função do vacinador traz benefícios importantes à bovinocultura. “Garante a eficiência nas vacinas e também facilita para os produtores”, comentou.

“Ele já tem noção de onde vacinar. Aqui na propriedade nós temos o vacinador antes mesmo de ter esta exigência”, contou o agricultor Antoninho.

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Segundo Rudemar Tofolo, da Sociedade Rural e do Conselho de Sanidade Animal (CSA), ainda há resistência quanto à função do vacinador. “Mas a conscientização é importante. O impacto de uma vaca contaminada é de uma extensão incalculável. Ainda mais na produção de leite que é uma das maiores fontes de renda em nossa região”, disse.

No Sudoeste, até o final deste mês, serão vacinadas quase 700 mil cabeças de gado, entre bovinos de corte e de leite. “Que não se perca em uma pequena falha o trabalho de anos”, alertou Rudemar, falando sobre o bom momento do setor agrícola livre da aftosa.

Em Beltrão, nas 70 propriedades rurais, são 55 mil animais e 40 vacinadores voluntários que estão credenciados para o trabalho. “O treinamento já foi feito e agora precisamos fazer uma campanha bem feita”, declarou Neri Munaro, da Seab.

 

Exame de brucelose

O prefeito Wilmar Reichembach (PSDB) aproveitou para anunciar a licitação de contrato com a empresa que fará exames de brucelose. “O município vai subsidiar 50%. Queremos deixar uma fatia bem pequena para o agricultor para que ninguém fique de fora”, disse. “Estes sempre foram assuntos importantes. Quando se fala em problemas na carne, isso tem reflexo na economia de países importadores.”

 

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