
Foto: Reprodução Rede Massa
Um trágico incidente no final de semana comoveu quem é pai ou mãe de criança pequena. Um menino, que completaria 2 anos em abril, morreu afogado na tarde de sábado, por volta das 17h30, em uma moradia no Bairro Alvorada, em Francisco Beltrão. O garoto foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros, levado ao Hospital São Francisco, onde tentaram reanimá-lo, mas não resistiu e morreu. A criança, que morava desde janeiro com os avós maternos, caiu em uma piscina que fica nos fundos da casa. A informação é de que a piscina estava coberta por uma lona e ele teria entrado para pegar um objeto.
A avó Eloísa Dias da Silva falou para a equipe de reportagem da Rede Massa que o menino estava próximo dela, quando saiu para brincar. Ela disse que foi tudo muito rápido, levou no máximo 5 minutos até sair para procurá-lo. “Eu achei que ele [o avô] tinha saído pra frente e ele tinha ido lá atrás. A gente saiu procurar ele pra banda da rua, depois pensamos na piscina, quando chegamos lá, já estava dentro.”
De acordo com ela, a criança entrou na piscina para pegar um pedacinho de fio. “A lona tava afastada cerca de meio metro da borda da piscina e, quando foi olhado, ele tava embaixo da lona.” O garoto foi tirado imediatamente, mas já apresentava parada cardiorrespiratória. “Os bombeiros vieram rápido, mas não teve mais o que fazer”, contou a avó para a jornalista Monique Sfoggia.
Eloísa acredita que é melhor não ter piscina em casa onde há crianças ou pessoas que não sabem nadar. “A gente fica muito triste, não tem explicação nenhuma. Você segura a criança de um lado, ela escapa de outro. Se segurar só presinho dentro de casa, não fica uma criança calma. A gente soltava ele brincar, mas como ele era bem arteirinho, não parava no lugar. Não tem dor maior do mundo passar por isso. Quem tem piscina, tome o máximo de cuidado, 24 horas por dia. A criança vai querer pegar o que tiver dentro da água”, lamentou.






