Estrutura da antiga Bigger Caminhões é desmontada para dar lugar a nova Loja Havan

Área que abrigou a concessionária por mais de 20 anos agora vai receber uma unidade da Havan.

Serviço de retirada da cobertura e vigas deve ser concluído na semana que vem.

Uma equipe de trabalhadores está desmontando a estrutura que abrigava a antiga Bigger Caminhões, no trevo do Água Branca, em Francisco Beltrão. Guindastes estão sendo utilizados para a retirada da cobertura, estruturas metálicas e vigas, que serão adaptadas em outras obras do Grupo Meimberg, proprietário da área. A previsão é de que este serviço de desmobilização termine até o próximo dia 20.

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O prédio construído no local possui 3,8 mil m², foi construído na segunda metade dos anos 90 e abrigava a loja de caminhões Ford, com áreas de venda, oficina, escritórios e almoxarifado. Desde 1999, o espaço pertence ao empresário Josetti Meimberg, que comprou a então concessionária de caminhões e carros da marca.

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Há dois anos, com o fechamento da produção de caminhões Ford no Brasil, a Bigger parou de vender os veículos e manteve somente a oficina de pós-venda no local. “A saída da marca na linha pesada foi uma surpresa, porque os caminhões Ford tinham um bom custo-benefício, eram robustos e, por isso, bem-aceitos na região para diferentes tipos de transporte. Dali [Bigger] saíram muitos veículos que ajudaram a desenvolver a região”, lembra Paulo Baraldi, diretor do Grupo Meimberg.

Segundo Baraldi, desde 2019 surgiram propostas de venda e locação do espaço — que está em frente a um dos principais entroncamentos rodoviários da região —, mas o negócio que se concretizou foi com a rede Havan, que arrendou a área por 25 anos para construir sua primeira loja na cidade.

A partir da liberação do espaço, devem começar as primeiras movimentações para o novo investimento. O arquiteto Dalcy Salvatti é quem está cuidando do encaminhamento do projeto e conta que, inicialmente, deve ser feita uma limpeza geral. O alvará para construção da loja está liberado pela Prefeitura, mas ele não sabe precisar se as obras devem iniciar imediatamente — há possibilidade de se esperar alguns meses, devido à alta e à escassez de produtos da construção civil e às incertezas da retomada da economia diante da pandemia.

Dalcy explica que o projeto prevê a construção de uma loja com 16 mil m² e mais de 300 vagas de estacionamento, aproveitando as três frentes do terreno. “A obra será feita no padrão da rede e bem semelhante à unidade de Balneário Camboriú. É o que se chama formato diamante, com a frente para o trevo e abrindo as faces laterais em paralelo à avenida e rodovia”, detalha o arquiteto e urbanista.

Concessionária é dos anos 90 e vendia carros e caminhões Ford no mesmo espaço.

 

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