
O encerramento acontece hoje, Dia do Gaúcho. P
Fotos: Leandra Francischett/JdeB
“Queremos cultivar a tradição gaúcha, para que não se perca o costume de usar bota e bombacha, por exemplo. Trazemos nossos filhos para que no futuro eles possam dar continuidade”, declara Walmir Chicatto, patrão do CTG Rancho Crioulo, sobre o 2º Acampamento Farroupilha, que iniciou sábado e encerra hoje.
Na abertura, cerca de 40 cavaleiros conduziram a chama crioula “Paixão Cortes”, que saíram da casa de dona Elsa Comunello, no Bairro São Cristóvão, e seguiram até a Associação dos Motoristas. “A primeira noite que trouxemos a chama de Porto Alegre, em setembro de 2014, ela foi hospedada na casa de dona Elsa e, desde então, permanece acesa”, conta Walmir.
A patronagem do Rancho Crioulo recebeu a centelha das mãos de Paixão Côrtes, um ícone nacional. Elóis Antunes, um dos líderes do tradicionalismo gaúcho no Paraná, destaca que esta foi a primeira entidade tradicionalista a procurar Paixão Côrtes com esta finalidade.
A sede do CTG Rancho Crioulo fica no Recanto Vale Verde, comunidade Santa Bárbara, mas as atividades foram realizadas na Associação dos Motoristas. No sábado, teve almoço, tertúlia e jantar com apresentação de músicos locais. O 2º Acampamento Crioulo encerra hoje, 20 de setembro, data em que se comemora o Dia do Gaúcho, feriado estadual no Rio Grande do Sul. Esta é também uma homenagem a um dos conflitos mais longos e significativos do Brasil, a Revolução Farroupilha, que durou de 1835 a 1845, portanto, há 181 anos.
Promotores
Além do Rancho Crioulo, a evento também contou com a participação do Piquete Rancho da Saudade, Grupo Tradição Gaúcha, Cavaleiros Raiar do Sol, equipe do projeto Promoção de Atividades Culturais e Artísticas da Unioeste, Estância Ferreto, DTG Querência do Marrecas, Associação de Motoristas São Cristóvão, Associações de Moradores da Cidade Norte e Rotary Club Cidade Norte.






