Para trabalhar, entidades de lixo reciclável terão de solicitar licença ao IAP

Determinação é para quem não tem vínculo contratual com a Prefeitura.

As entidades que recolhem o lixo reciclável no município de Francisco Beltrão e que não têm vínculo com a administração municipal não poderão mais encaminhar resíduos para o aterro municipal. As empresas ou entidades terão de contratar uma empresa especializada para recolher os rejeitos decorrentes do processo de triagem. Outra novidade é a exigência de licença junto ao Instituto Ambiental do Paraná (IAP). A empresa especializada terá de dar o destino adequado a este tipo de lixo. “Não poderá mais ir pro aterro sanitário”, informa o diretor da Secretaria de Meio Ambiente, Vilmar Rigo. A Cooperativa de Reciclados (Marcop) será a única autorizada a encaminhar os resíduos para o aterro. Esta permissão se deve ao fato de ser uma instituição que presta serviços para o município e a destinação dos rejeitos para o aterro sanitário estaria prevista em contrato.

Licença do IAP
A medida foi tomada a pedido do Ministério Público. Outra medida é que as entidades ou pessoas que trabalham com a triagem e encaminhamento dos produtos recicláveis terão de solicitar licença perante o IAP. Na semana passada, o JdeB publicou que pelo menos 40% do lixo reciclável coletado pela Marrecas Cooperativa de Reciclados (Marcop) está sendo levado como resíduo para o aterro sanitário. O índice é muito elevado e o problema estaria acontecendo porque vários veículos que coletam os produtos recicláveis passam antes que os caminhões da Marcop. Para a cooperativa estaria indo muitos produtos que não podem ser reciclados. Há poucos dias, um funcionário da Secretaria Municipal de Meio Ambiente passou a acompanhar, pelo menos um período do dia, o trabalho de triagem do lixo na Marcop.

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