Pitbull abandonado no Bairro Luther King é recolhido e examinado

Moradores se assustaram com o cão, que foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros.

O pitbull foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros, próximo do meio-dia de segunda-feira.

Foto: Sebastião Rodrigues

Um pitbull abandonado no Bairro Luther King, próximo ao Hemocentro, gerou tumulto entre os moradores na manhã de segunda-feira. Um dos responsáveis por solucionar a questão foi o adestrador Sebastião Rodrigues, que amarrou o cachorro numa árvore, até chegar o resgate. “Bom seria que todo caso de abandono fosse encaminhado, como foi o caso do pitbull. Por ser um cão grande e diante da possibilidade de acontecer um acidente sério, acredito que fez a diferença no atendimento”, comenta Sebastião.

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Seu primeiro pedido de ajuda foi pelo Facebook, às 10h da manhã de segunda-feira, com a intenção de achar o dono ou encontrar um lar temporário: “Procura-se o dono. Este pitbull está quase em frente à [ONG] Arca de Noé. Acredito que pode ser um caso de abandono. Devido ter atacado um gato ali na frente e matado achei por bem amarrar numa sombra de árvore e dar água, evitando assim qualquer tipo de ataque a terceiros e a outros animais”.

Em seguida, às 11h30, ele comemora: “Pessoal, os Bombeiros vieram buscar o pitbull. (…) Seria importante também as autoridades investigarem e punir, caso seja abandono, assim podemos inibir pessoas de má fé, que se acham no direito de abandonar seus animais”.

As pessoas estavam assustadas, mas Sebastião, que tem noção de leitura corporal, percebeu que o cachorro não é agressivo e provavelmente atacou porque o gato correu e virou caça. Ontem, o adestrador comentou que entrou em contato com os Bombeiros e foi verificado que o cão está castrado e vai passar por exames no Centro de Zoonoses. “Um militar da corporação vai ficar com ele para avaliação, mas já tem alguém interessado na futura adoção. Acredito que vai dar tudo certo para esse grandão. Obrigado aos soldados Biazus e Correa pelas fotos e as informações. Mais uma vez obrigado a todos os envolvidos”, finaliza.

A reportagem tentou contato por telefone no Centro de Zoonoses, mas ninguém atendeu.

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