HOMENAGEM

Um acervo para Jorge Baleeiro de Lacerda

Sueli Baleeiro, Pâmela Pongan, Franciele Thomaz e Daniele Faenello, na reunião de ontem.

O Departamento de Cultura de Francisco Beltrão vai elaborar um projeto para buscar recursos e investir em um acervo com o material deixado pelo estudioso Jorge Baleeiro de Lacerda. A decisão foi anunciada ontem, após reunião entre a diretora do Departamento, Franciele Thomaz, e as historiadoras Pâmela Pongan e Daniele Faenello com a viúva do homenageado, professora Sueli Beviláqua Baleeiro.

Jorge Baleeiro de Lacerda deu nome ao museu ambiental do Padre Ulrico. A proposta é ampliar o museu para expor obras e objetos do autor também no centro da cidade. Jorge escreveu três livros – Os Dez Brasis, Os Dez Sudoestes e Os Dez Sudoestes II –, além de artigos publicados que vão render novos livros; sua biblioteca e objetos como máquinas de datilografia e de fotografia que ele utilizava. E ainda a casa onde residia, no Bairro Presidente Kennedy, próximo ao novo prédio da Prefeitura, que está em construção.

Jorge Baleeiro foi um dos maiores estudiosos do Brasil. De 1975 até sua morte, em 2016, viajou por todo o país. Em cada viagem, pesquisava temas importantes da história e dos costumes do povo brasileiro, mas que não estavam sendo valorizados, como Jorge valorizou por meio de seus escritos e das muitas entrevistas que concedeu à grande imprensa brasileira.

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Jorge deixou uma riqueza histórica e cultural que Francisco Beltrão não pode perder, e sua gente, assim como a de toda a região, precisa ter maior conhecimento.

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