É sobre fazer a diferença

Fazer a diferença se encaixa muito melhor em quem tem as ferramentas para isso. E fazer a diferença não apenas agora, mas talvez em forma de um legado para a humanidade.

Como é legal a gente rodar pelas timelines da vida e parar em alguma pequena reflexão sobre algo tão grande. Poucas linhas de alguma coisa que talvez nunca tenhamos parado para nos dar conta. E que talvez, agora, sempre lembraremos quando estivermos em algum determinado assunto.

Aconteceu isso comigo esses dias. Um story do Instagram compartilhando o que me levou até a publicação original. Mais especificamente uma breve publicação de um cara chamado Rafael Martins. O Rafa, que já pude ver palestrar, é na minha opinião uma das cabeças mais brilhantes do Brasil quando o assunto é inovação, tecnologia e meio digital. Ele está sempre de olho em tudo que acontece em volta. E sempre com uma sensibilidade absolutamente apurada. Isso é o mais legal.

E assim como ele transmite tudo isso — e muito mais — nos lendários eventos que promove (como a grande referência materializada no Share — reconhecido em todo o País como ponto de encontro da inovação), o Rafa também trouxe em não mais do que 20 linhas um ponto a se pensar. Vamos lá: bilionários como Richard Branson e Jeff Bezos foram pro espaço às custas de suas fortunas.

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Tudo bem, a grana é deles e ninguém tem nada com isso. Mas é inegável a posição que personalidades assim assumem perante a sociedade mundial — e não apenas por conta do dinheiro. E, sim, por conta das possibilidades que têm nas mãos. O papel de poder fazer a diferença se encaixa muito melhor em quem tem as ferramentas para isso. E fazer a diferença não apenas agora, mas talvez em forma de um legado para a humanidade. Ou seja: ir ao espaço é muito legal.

Mas adianta ir para o espaço e aqui no Planeta Terra muita gente continuar com os mesmos problemas básicos que sempre tiveram? Fome e falta de saneamento básico estão, realmente, anos-luz de distância de uma viagem espacial. É crise por todo lado, é pandemia que fere e que também ensina. Tudo isso afeta e/ou faz aprender. Mas o caminho é muito mais curto se quem está no topo da pirâmide a deixasse mais equilibrada enquanto muitos, que não tem praticamente nada, fazem do suor a sua ferramenta e ainda deixam legados muito mais transformadores.

Afinal, do que adianta tantas cifras, tecnologia, inovação, algoritmos e outras formas de inteligência artificial se não for para, pelo menos, resolver os reais problemas das pessoas?

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