Conteúdos atualizados e de impacto são o recheio perfeito para toda estratégia de mobilização. Assim, todo público será encontrado.
Até hoje, quando se fala de comunicação, tudo remete a informar, informar e informar. As mudanças que surgiram nos últimos anos puderam nos mostrar que um novo fenômeno já é uma realidade: a chamada “via de mão dupla”. Ou seja, as informações disseminadas – especialmente nas redes sociais – recebem uma resposta imediata em forma de comentários e reações. Tudo que vai, depois volta. Agora já estamos entrando em uma nova fase, que muito se relaciona com o futuro, mas que já faz parte do presente, cada vez mais. A palavra que define é mo-bi-li-za-ção. Nas ruas e nas redes, tudo junto e misturado. Afinal, o que começa nas redes vai para as ruas. E o que acontece nas ruas pauta os assuntos das redes. É o bom e velho efeito “transmídia”. A partir de agora, informar se tornou algo apenas primordial, básico. As redes sociais têm um poder muito maior do que somente entregar uma informação. Elas criam ondas que unem o real e o virtual de uma maneira nunca antes vista. Quantas provas desse efeito já tivemos recentemente, não é?! A grande questão do momento não é apenas tornar as pessoas bem informadas. Mas sim, fazer delas cada vez mais engajadas na sua causa. Primeiro, precisávamos saber. Depois, deveríamos saber e responder. Agora, sabemos e respondemos. Porém, a resposta deve ser uma defesa contínua daquilo que nos move. E nosso papel, como comunicadores, será (e já é) buscar a estratégia mais eficiente para convencer nossos exércitos acerca de nossas ideias. O grande desafio, muito provavelmente, será transformar pessoas indiferentes em verdadeiros militantes engajados. Haja persuasão! O acesso cada vez mais facilitado à internet e aos smartphones fez com que, hoje, os meios digitais se tornassem os mais importantes e decisivos. Pensando nisso, deve-se priorizar os relacionamentos com os públicos desejados, sempre segmentando-os para entregar a mensagem de forma mais eficaz e, assim, iniciar o grande processo da nova comunicação. Aliás, outro ponto importante: além de mobilizador, esse novo momento comunicacional também deve ser cada vez mais individualista. Como assim? Se relacionar menos “todos” e mais “você”. É disso que estou falando. É muito fácil perceber que, hoje, os chamados “influenciadores digitais” muitas vezes são mais capazes de influenciar e persuadir as pessoas do que vários partidos políticos, entidades ou grupos tradicionais. Ah, não esquecendo… criatividade e empatia são tudo! Conteúdos atualizados e de impacto são o recheio perfeito para toda estratégia de mobilização. Assim, todo público será encontrado. Claro, desde que não nos esqueçamos da máxima: mobilizar para engajar. É sucesso na certa!






