Converse sobre finanças com seus filhos

Porém, se você não sabe nada sobre o assunto, fica difícil ensinar algo, além do mais, são poucas escolas que tratam disso em sala de aula.

Conversar sobre dinheiro com crianças é uma tarefa incomum nos lares brasileiros, mas é preciso ensinar desde cedo como elas devem agir em relação ao tema. Porém, se você não sabe nada sobre o assunto, fica difícil ensinar algo, além do mais, são poucas escolas que tratam disso em sala de aula com os pequenos, por isso nunca é tarde para começar. A primeira coisa a se fazer é dar exemplo dentro de casa, ou seja, a maneira como as finanças são conduzidas e levadas a sério pelos pais reflete diretamente na educação financeira dos filhos. É fato que muitas brigas familiares são ocasionadas por falta de dinheiro e quando elas acontecem na frente dos filhos leva a uma imagem errônea, a de que isso é uma coisa ruim. O que acontece, muitas vezes, é que problemas variados como os de saúde, alcoolismo, drogas entre outros podem ter raízes na falta de condições mínimas de dignidade para se manter financeiramente. A segunda situação é a respeito dos desperdícios: pratos de comidas jogados fora, itens vencidos indo para o lixo, estoque exagerado de roupas e calçados que nunca são usados, utensílios fúteis para impressionar visitas, são algumas coisas que podem ser evitadas e construir uma mente financeiramente saudável. Não pense que seus filhos não observam tudo isso. Em terceiro lugar, é preciso explicar aos baixinhos qual a diferença entre desejo e necessidade. Necessidade de vestimenta não é a mesma coisa do que o desejo de comprar aquela roupa de marca. Existem prioridades na hora de comprar os mantimentos da casa e se sobrar algum valor, poderá saciar um desejo, como por exemplo um chocolate, sorvete ou brinquedo, mas nunca deixar as prioridades, ou seja, necessidades de lado para atender um desejo momentâneo. Ensine a ele que se gastar tudo que tem de uma vez só, pode fazer falta amanhã. Esse caso é típico em lanches na escola ou algum outro local que a criança frequente. A tendência é gastar tudo de uma vez, sendo assim, é preciso deixa-la aprender com erro e, por vezes não repor o dia seguinte, assim ela entenderá que não devia ter gasto tudo no dia anterior. Todas essas situações, e muito mais, auxiliam no comportamento da criança e na sua compreensão de mundo. É melhor aprender desde cedo, do que sofrer em situações futuras, quando adultos, com maiores responsabilidades.

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