A inveja é o desgosto provocado pela felicidade alheia. Essa é a lógica que leva uma pessoa a defender a destruição de patrimônio público ao invés da preservação, defender bandidos ao invés de honestos.
Nos últimos anos, o agronegócio tem assumido uma merecida posição de destaque no debate econômico e nas grandes pautas de discussão no Brasil, com ampla repercussão midiática. O agronegócio encontra-se atualmente como o maior negócio da economia brasileira, sendo uma das principais locomotivas do progresso do País, com uma cadeia produtiva que liga a agricultura, a pecuária, armazenamento e distribuição como rodovias, ferrovias, transporte aéreo, fluvial e naval, além de favorecer a indústria de máquinas, equipamentos e fertilizantes, cooperativas de crédito, familiares, rurais e agropecuárias, linhas de financiamento em bancos públicos e privados, e um abundante conjunto de atividades relacionadas.
O PIB do setor cresceu 8,3%, de acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Universidade de São Paulo (Cepea-USP), alcançando uma participação de 27,4% no PIB brasileiro. Mesmo no período de pandemia, o agronegócio brasileiro registrou em 2020 o melhor resultado na criação de empregos no setor em dez anos: os dados levantados mostram que o setor abriu 61.637 mil vagas.
O agronegócio é responsável por bilhões dólares e divisas gerados ao País que sustentam a economia brasileira. A participação do Brasil no mercado mundial de alimentos é de aproximadamente US$ 100 bilhões, com destaque para carne, soja, milho, algodão e produtos florestais. Além disso, estima-se que o agronegócio brasileiro pode fornecer alimentos para cerca de 800 milhões de pessoas no mundo.
A pergunta que fica é: Por que o agronegócio é tão odiado? Resposta: Exatamente pelas suas qualidades. A inveja é o desgosto provocado pela felicidade alheia e coisas boas não dão notícias; hoje em dia é preciso ter treta. Essa é a lógica que leva uma pessoa a defender a música porcaria ao invés da clássica, a destruição de patrimônio público ao invés da preservação, defender bandidos ao invés de honestos, também leva a defender a Venezuela e Cuba, mas usufruindo das benesses do capitalismo.
Qual a razão dessas pessoas e associações não contarem que as cidades escondem graves problemas ambientais e sociais? Por que não se diz que o modelo de cidades degrada o solo e exaure recursos hídricos? Será mesmo que os problemas do campo são tão piores do que os da cidade? Por que as cidades, com seus gravíssimos problemas de degradação do solo, enchentes e poluição, com problemas de saúde pública, com falta de esgoto e com famílias doentes física e psicologicamente não são focos de discussão?
O ataque é concentrado no agronegócio exatamente por ele ainda resistir à degeneração que já ocorreu em tantos outros setores da sociedade, desde suas músicas nativas, forma de viver, cuidar da família e preservar seus valores.






