Economia Regional: não podemos dormir no ponto

O Sudoeste contribui com aproximadamente 2,7% do PIB. Um dos menores do Estado, contudo cabe destacar a evolução da região de um ano para o outro, pois mesmo com toda dificuldade logística, não para de crescer.

O Paraná é a quinta maior economia do País, com um Produto Interno Bruto (PIB) aproximado de R$ 377 bilhões, ficando atrás apenas de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. O Estado vem passando por uma evolução significativa nos últimos anos, pois apresenta crescimento maior que a média do País, com destaque para agropecuária e indústrias de transformação. Grande parte do resultado se concentra na região metropolitana da capital, porém cabe destaque para o norte paranaense (Londrina e Maringá) e oeste do Estado (Cascavel), com forte atuação de cooperativas agropecuárias. O Sudoeste contribui com aproximadamente 2,7% do PIB. Um dos menores do Estado, contudo cabe destacar a evolução da região de um ano para o outro, pois mesmo com toda dificuldade logística, não para de crescer. Essa situação pode melhorar ainda mais com as ações que estão sendo tomadas pelos governantes e representantes da região. Acredita-se que o aeroporto será um salto enorme para o desenvolvimento da região. Em palestra na Faculdade Cesul, dia 26 do mês passado, empresários de diversos setores retrataram a dificuldade geográfica, bem como a resistência de empresas em se instalarem na região, e revelarama opção por um movimento endógeno, que levou ao desenvolvimento encontrado nos dias atuais. Além da preocupação logística, existem aquelas comuns de todas as regiões, não só do Estado, mas de toda nação. A falta de crédito fez com que os negócios recuassem nos últimos anos, mas o Paraná, que foi menos afetado durante a crise, hoje sofre mais para crescer relativamente aos outros Estados, que sentiram mais os efeitos da recessão.O Paraná apresenta variações menores de crescimento, e por isso medidas devem ser tomadas para recuperar patamares mais altos de crescimento. É momento de muita atenção e agilidade. A atenção com as indústrias, cultivos e melhoria logística devem ser prioridades, baixando o custo da produção e estimulando os setores com o crédito. Para o Sudoeste mais ainda, fortalecer a confiança dos empresários, brigar por melhorias e aproveitar as oportunidades que estão para surgir. É preciso sair na frente e consoO Sudoeste contribui com aproximadamente 2,7% do PIB. Um dos menores do Estado, contudo cabe destacar a evolução da região de um ano para o outro, pois mesmo com toda dificuldade logística, não para de crescer. lidar a economia paranaense o do Sudoeste, juntando forças, e, como diz o ditado, “não dormir no ponto”.

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