Energia elétrica mais cara e os efeitos no seu bolso

A economia de água e energia pode ajudar no seu bolso. O banho pode ser o principal vilão, pois quando demorado consome muita água e muita energia. Por isso, procure diminuir os banhos, sendo ponderado.

Neste mês, a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) divulgou a bandeira tarifária para o mês de agosto: vermelha, patamar dois, ou seja: a condição mais cara do sistema de bandeira, criado em 2015. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,09492 para cada quilowatt-hora (kwh) consumido.

Para compararmos, no primeiro nível, a bandeira amarela, o acréscimo é de R$ 0,01874 para cada quilowatt-hora (kwh) consumido. Uma das principais causas dessa alta é a falta de água, ocasionada por poucas chuvas, e a ameaça de um apagão energético ainda neste ano. Por si só, este já é um bom motivo para economizar, uma vez que gastos desnecessários deste recurso agravam ainda mais a situação. Mas certamente a economia de água e energia pode ajudar no seu bolso, justamente por causa das tarifas mais caras. O alerta é que, caso não haja mudanças significativas, em novembro a situação chegará ao seu limite, com reservatórios esvaziando e obrigando a utilização de termoelétricas mais poluentes e mais caras.

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O problema é que estes aumentos na conta de energia elevam o preço de diversos produtos, e quem paga a conta é o consumidor. Neste caso, tanto a conta de luz, quanto os produtos afetados pelo aumento nos custos de produção, ficam com valores mais altos. O preço dos alimentos é muito atingido. A energia é o principal motor das fábricas e dos mercados, desde os grandes aos menores, que usam refrigeradores, fornos elétricos, entre tantos outros equipamentos que consomem energia elétrica.

Cabe lembrar que os alimentos sofrem também com o custo dos transportes, com o preço do combustível mais alto. Certamente os aumentos citados impactam na inflação, que já está perto de 9% nos últimos 12 meses, obrigando a equipe econômica a aumentar a taxa de juros e encarecer o crédito, tornando os empréstimos mais difíceis. Assim, se você precisar pegar algum valor emprestado nas instituições financeiras, vai ficar mais difícil.

Analisando este cenário, a saída mais sensata é economizar. Em especial no consumo de água, para ajudar na sobra das hidroelétricas e certamente a própria energia, procurando desligar os aparelhos elétricos quando não estiverem em uso. Neste sentido, o banho pode ser o principal vilão, pois quando demorado consome muita água e muita energia. Por isso, procure diminuir os banhos, sendo ponderado, o meio ambiente e o seu bolso agradecem.

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