O Brasil é umas das maiores economias do mundo e tem o sétimo maior PIB, porém sua distribuição é desigual, pois quando dividido pela população (PIB per capta) está apenas na 64ª posição.
As projeções de crescimento do País melhoraram, é o que dizem os economistas que produzem o Boletim Focus, publicado todas as segundas-feiras pelo Banco Central, trazendo resumo das expectativas dos principais indicadores de mercado para a economia brasileira. De acordo com o relatório, a projeção do PIB (Produto Interno Bruto) de 2019 subiu de 2,53% para 2,57%, refletindo as perspectivas de melhora para este ano. Mas por que o PIB é tão importante para nós? Vejamos. Caso a economia não cresça, significa que as empresas investem menos e isso impacta no emprego e na renda. Algumas empresas chegam a falir em caso de baixo crescimento. Pedir um aumento, nem pensar, e o salário mínimo fica estagnado. Outra preocupação é em relação à educação. Jovens que deveriam estar estudando, começam a procurar emprego para complementar a renda da família, e às vezes na informalidade. Pessoas com altos salários tendem a ser substituídas por aquelas com salários menores, consequentemente a qualidade e a produtividade diminuem. Com todos esses problemas, surge ainda a inadimplência, pois as dívidas costumam crescer em épocas de crescimento baixo, além do que, os calotes prejudicam a retomada futura, quando as coisas tenderem para melhora. Quem pensava em investir, comprar uma residência ou até mesmo um carro, acaba deixando para depois, por causa da insegurança do momento. As pessoas começam a ter que decidir entre pagar o aluguel ou estudar, consertar o carro ou reformar a casa, pois fica muito difícil bancar tudo de uma vez. Portanto, ter um PIB em crescimento ajuda muito no cotidiano da população. Essa é a razão de um governo preocupar-se com fatores que impulsionam o PIB do país, atraindo investimento, descomplicando a atuação das indústrias, com menores impostos e procedimentos burocráticos e buscando eficiência em seus afazeres. O Brasil é uma das maiores economias do mundo e tem o sétimo maior PIB, de acordo com as Organização das Nações Unidas, porém sua distribuição é desigual, pois quando dividido pela população (PIB per capita) está apenas na 64ª posição. Dito isto, parece que este início de ano está sendo favorável para o Brasil, já que o mercado está otimista em relação às projeções do PIB. Resta agora saber se todos projetos serão de fato colocados em prática, tanto do governo quanto dos empresários e de todos nós, como população.





