No Paraná, é visível o crescimento nas indústrias, no transporte e no consumo das famílias. Outro setor é o de máquinas e equipamentos, que foram e co
O Produto Interno Bruto (PIB) teve crescimento de 1% em 2017, e o principal setor que colaborou para o crescimento do Brasil foi o agronegócio, sendo que os demais setores obtiveram oscilações entre altas e baixas no período. Os dados são divulgados pelo IBGE após a recessão, que é considerada uma das mais profundas do País. O Estado do Paraná vem tendo uma retomada mais intensa do que a média nacional. Indicadores prévios sinalizam um crescimento de 2,7%, muito acima do 1,04% apresentado por todo Brasil. Já nosso vizinho Santa Catarina só tem a comemorar, pois o índice apresentou a maior alta, 4,2% para o Estado. O crescimento de 2017 foi árduo e contou com criatividade e inovação da população que, mesmo em meio ao sacrifício, conseguiu caminhar em direção ao resultado positivo. O setor de serviços sofreu e encerrou o ano com 0,3% e a indústria estagnou-se. O comércio teve alta de 1,8% puxado pela liberação do FGTS dos inativos no primeiro semestre. A agricultura foi o grande destaque com alta de 13%. Tudo isso aconteceu em meio à instabilidade politica e aprovações de pautas importantes para o desenvolvimento da economia no País. O que mais preocupa é o investimento do governo, que foi quase nulo, em um período que esse investimento seria extremamente necessário para continuidade dos negócios e fluidez econômica. Sem dinheiro para investir, o governo não estimula empresários e investidores que também mantiveram suas reservas intactas esperando o que virá. Para 2018, espera-se que toda reserva criada durante a recessão comece a ser investida, condição essencial para o crescimento do País. No Paraná, é visível o crescimento nas indústrias, no transporte e no consumo das famílias. Outro setor que indica a grande retomada do Estado é o de máquinas e equipamentos, que foram e continuarão sendo beneficiados pelo agronegócio. Tudo isso afeta diretamente a confiança do empresário, que após tanto tempo se sente mais seguro para investir e contratar. A abertura de vagas e aumento de renda são pontos favoráveis para que o Brasil possa crescer na casa dos 3% em 2018.




