A atividade contribui com a alfabetização dos alunos da pré-escola.

Fotos: Leandra Francischett/JdeB
De um lado das latas de chocolate em pó, a professora Ivete Vanzetto Policeno colou a foto dos alunos do pré G, da Escola Municipal Madre Boaventura de Francisco Beltrão. Do outro, o nome deles. O boliche com latas reutilizadas é uma atividade divertida, que contribui para que os alunos memorizem a grafia dos seus nomes e dos colegas, além de trabalhar questões matemáticas, pois eles precisam contar os pontos, que equivalem ao número de “pinos” derrubados.

Até mesmo na preparação do jogo, Ivete procura trabalhar as letras e os números. “Vamos contar sete quadrados (azulejos) pra colocar a fita e marcar o local onde vocês vão se posicionar para jogar a bola”, explica a professora, antes de iniciar o jogo.

A maioria dos alunos desta turma tem 5 anos e agora eles começam a identificar as palavras. Para saber qual foi a lata que caiu, a professora primeiro mostra o nome escrito, para que eles digam de quem é, antes de mostrar a foto colada. Victor Leandro, por exemplo, derrubou sua própria lata. Os colegas ajudaram Erik Frata a contar quantas embalagens ele derrubou: nove no total.
Há duas meninas chamadas Vitória e, para diferenciá-las, eles observam o acento agudo no “o”. A Vitória Carvalho tem acento e a Vitoria Emanuele não tem. “Eles identificam mais pela primeira letra do que pela palavra inteira”, conta a professora Ivete. Na lata de Ketllyn Ferri, os amigos viram a letra “K” e acharam que fosse Erik.








