Clubes da Liga Paraná anunciam desistência da Série Ouro

A queda de braço entre as duas entidades começou e não tem data para terminar.

Marreco e Foz Cataratas se enfrentariam pelas quartas de final da Série Ouro, mas a partida não será realizada.

O presidente da Liga Futsal Paraná (LFP), Cristiano Bortolon, de Marechal Cândido Rondon, divulgou uma nota oficial da entidade, na manhã de quarta-feira, 4, anunciando que dez clubes que disputam a Copa Cresol não jogarão mais a Série Ouro do Campeonato Paranaense, competição organizada pela Federação Paranaense de Futsal: Cascavel, Marreco, Dois Vizinhos, Chopinzinho, Campo Mourão, Foz Cataratas, Marechal, Palmas, Toledo e Siqueira Campos.

“Nós, clubes participantes das competições promovidas pela Federação Paranaense de Futebol de Salão, viemos a público apontar e enumerar as razões que nos levaram de maneira derradeira e irreversível a não jogar mais as competições ora em andamento e as que virão. O nascimento da nova entidade deu-se pós conversa com o atual presidente da FPFS na final da Chave Ouro de 2016, em Ponta Grossa, que, após ouvir as razões colocadas pelas equipes, declarou que, se nos organizássemos, poderíamos criar a Liga Paraná. A criação da LFP (Liga Futsal Paraná) tem como único objetivo buscar recursos em geral a suas equipes franqueadas e oferecer maior visibilidade e inovações”, escreveu Cristiano Bortolon, na nota oficial.

A Federação Paranaense ainda não se pronunciou sobre o assunto, mas a queda de braço entre as duas entidades começou e não tem data para terminar. A tendência é que a FPFS divulgue os jogos da semifinal da Série Ouro com as quatro equipes que restaram: Ampere, Pato Branco, Umuarama e São José dos Pinhais. Lembrando que o Pato Futsal é franqueado da Liga Paraná, mas pediu afastamento.

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“Em razão disso, mais uma vez a Federação apresenta a todos os participantes punições descabidas que não toleramos e tampouco suportaremos. Não queríamos seguir os passos de ligas de grandes Estados que há muito já romperam com sua federações, tudo fizemos para que isso não acontecesse, mas a empáfia dos seus dirigentes, que insistem em não reconhecer a legalidade do que efetivamente é legal, mais suas ações de soberanias e egoísmo nos fizeram caminhar separadamente”, complementou Cristiano Bortolon.

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