Esporte

Outro detalhe importante é que a prática de tiro esportivo tem aumentado, e muito, na região. “Nós estamos finalizando o nosso Clube de Tiro, e para você ter uma ideia, somente aqui na nossa cidade são três clubes. Cada um com uma média de 200 praticantes. Nós partimos para montar esse clube, tendo em vista a grande procura em armas longas e a prática esportiva de aperfeiçoamento de tiro, onde vai ser dado o curso, e na região aqui surgiu muito”, relata Dariva.
Mauber Anghinoni também constatou o crescimento deste esporte. Ele e o irmão (Rafael) criaram o primeiro clube de tiros do município, um dos pioneiros também na região, com mais de 10 anos de atividades. “Mas nos últimos dois anos teve uma crescente bem grande mesmo e a venda de arma também aumentou bastante. O pessoal começou a conversar mais a respeito de armas depois do governo Bolsonaro, que era defensor de armas.”
Assis Fernando Rodrigues, praticante de tiro ao prato, comemorou a isenção para armas importadas. “Achei muito boa, pois as melhores armas são as importadas. Por exemplo, eu comprei uma arma italiana, paguei 2.200 euros, vai chegar aqui (Brasil) custando 4.600 euros, são 2.400 euros só de impostos. Hoje pra você ser competitivo tem que ter uma arma boa e as nacionais não são nada boas para este esporte. Temos bons atiradores em Beltrão, ficamos em quinto lugar no estadual (Campeonato Paranaense de trap Americano), ficando na frente de clubes tradicionais com 50 anos de história.” Eles praticaram com espingarda Boito calibre 12.
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