Prestes a completar 60 anos, Clube Esporltivo União pode voltar com time profissional

Segundo os dirigentes, em vez de criar um clube novo em Beltrão para representar o município, seria melhor dar continuidade ao projeto do CEU

 

Reunião da diretoria do Clube Esportivo União (CEU), semana passada, na sede da Marel: Célio Bonetti, Gilmar Matielo, José Juvenil Antunes de Godoy, Ciro Piasecki, Alfonso Bruzamarello, Nelson Behne, Antônio Pedron, Davi Lorenzetti, Ari José Barbieri, Cleimar Mazzocco, Sérgio Galvão, Severino Soranso, João Baptista de Arruda e João Batista Manfroi. 

 

O CEU (Clube Esportivo União) foi fundado em 1956, portanto, está prestes a completar 60 anos de atividades. E depois de quase 23 anos sem um time profissional de futebol, o clube quer agora dar sua contribuição para que o município de Francisco Beltrão seja mais uma vez bem representado no Campeonato Paranaense.

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Em 1993, Real e União se juntaram para fundar o Francisco Beltrão FC, que está em atividade até hoje, mas sofre com a falta de transparência e credibilidade na Divisão de Acesso. De lá para cá, os sócios do União apenas administraram o patrimônio, que não é pouco: duas salas comerciais no Estádio Anilado, 300 cadeiras cativas nas arquibancadas, o direito vitalício de utilizar o campo oficial, um terreno ao lado do estádio que rende aluguel mensal para a Pio X Materiais de Construção e um terreno de 1,5 alqueire no bairro Padre Ulrico, local em que há projetos para criar o centro de treinamentos. “Hoje, se for levar à risca, somente o União pode utilizar o Anilado sem custo algum. O estádio era nosso, mas foi municipalizado para poder receber investimentos. Agora temos que dar a nossa contribuição para que o futebol profissional volte a ser levado a sério em Francisco Beltrão”, comenta Sérgio Galvão, que faz parte da diretoria do União.

Na semana passada, a diretoria se reuniu na Marel para debater sobre o assunto. O clube possui 242 sócios, mas a intenção é abrir para novos sócios. “Vamos discutir em uma nova assembleia a possibilidade de abrir para novos sócios, pessoas com pique para tocar o futebol profissional. Ao invés de pagar mais de R$ 100 mil para criar um clube novo na cidade, é bem melhor tocar o União, que está tudo em dia e ainda tem dinheiro em caixa”, diz Galvão.

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