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O aumento dos combustíveis impacta a vida de todos os brasileiros. Na bomba, o consumidor já sente os novos reajustes, e o Governo Federal reage anunciando redução de impostos a partir de 1º março. No caso do gás, os impostos federais representam 3% e no diesel, 9%. A redução valerá por tempo indeterminado no gás de cozinha e por dois meses no diesel.
Mas o maior impacto fiscal sobre os preços, são os impostos estaduais, em média 15%, mas por hora, nenhum governador se pronunciou sobre uma eventual redução da carga tributária.
Claudemir Razzadori, representante comercial em Pato Branco, tem na gasolina um dos principais insumos de seu trabalho, já está reservando mais dinheiro de seu orçamento para pagar a conta. “A gente não pode fazer nada, e resta apenas pagar a conta, não entendo como a gasolina pode ser tão cara no Brasil, quando vemos outros países até aqui na América do Sul, com preços bem mais em conta, dá vontade de ir abastecer no Paraguai”, satirizou.
Nas bombas dos postos de combustíveis os preços começaram a semana já reajustados. Marcos Carvalho, gerente do Posto Tigrão, destaca que, para o setor, a expectativa é de que não ocorram novos aumentos tão rápido. “O aumento foi expressivo desta vez, para nós revendedores resta repassar os custos ao consumidor que paga a conta no final”, diz.
No fim de semana o presidente Jair Bolsonaro decidiu trocar o presidente da Petrobrás, porém, logo depois, veio a notícia de que os preços da gasolina e do óleo diesel teriam um novo aumento.
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