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O Hino Nacional completou 99 anos ontem, 6. O Decreto 15.671/1922 oficializou o poema de Osório Duque-Estrada e a música de Manuel da Silva como hino brasileiro. Neste quase um século de história, diversos cantores interpretaram a canção em momentos marcantes; Echeverry Santi Rebelatto está entre esses cantores, e descreve a emoção como pertencimento e representação da sua terra.
Ele contou ao JdeB que já interpretou o Hino Nacional em várias ocasiões, mas a que mais o marcou foi em um momento durante a aula na Itália, onde pôde cantar o hino na presença de amigos e colegas de outras nações. “Em certo momento, como tínhamos vários colegas cantores de vários países, cada um mostrou um pouco da sua voz através dos hinos dos países que ali tínhamos. Italianos, chineses, romenos, brasileiros. Lembro de fazer a primeira parte do hino nacional e foi um momento forte por estar em outro país, longe de casa, cantando o hino da minha terra, da minha nação. Um momento que eu não esqueço, naturalmente.”
Para Echeverry, cantar o hino traz a emoção de estar representando a nação as suas raízes através da própria voz. “A emoção de cantar o hino nacional é, acima de tudo, esse ato patriótico. Colocar em sua voz, em seu timbre. Representa, para mim, orgulho, é a palavra que para mim vem mais forte. Orgulho pela nação que você defende, que você cresceu, onde tem suas culturas enraizadas e sua família”. Echeverry é multi-instrumentista, graduado em música com especialização em canto pelo Conservatório Antonio Buzzolla, na Itália. É professor de técnica vocal e piano na escola de música Sonata.





