Entidades defendem que o voto fique na região

 

A Coordenadoria Regional da Fiep e o Sindimetal Sudoeste participaram dia 13 de setembro, na praça presidente Getúlio Vargas, em Pato Branco, das atividades voltadas a conscientizar o eleitor sobre o voto. “Deputado tem que ter compromisso com a região. É daqui, eu conheço, eu voto”, é o slogan. Também foi propagandeada a  campanha “A sombra do imposto”, liderada pela Fiep, que denuncia a alta carga tributária do país. As entidades, em parceria com Acepb, Sociedade Rural, Rotary Pato Branco, Sindicomércio e Sindicato Rural de Pato Branco colheram assinaturas para a campanha e entraram em contato com candidatos ao legislativo estadual. 

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Segundo o presidente da Associação Comercial e Empresarial de Pato Branco, Fabrício Valenga, só em Pato Branco foram direcionados, em 2010, 11 mil votos para candidatos de fora. “É uma quantidade muito grande, que afeta nossa representatividade.”

Para este ano de 2014, estão inscritos como candidatos pelo Sudoeste 27 nomes – oito para deputado federal e 19 para deputado estadual. Em relação às respectivas convenções, dois renunciaram (e não aparecem na tabela ao lado).

O presidente da Acefb (Associação Empresarial de Francisco Beltrão), empresário Marcos Guerra, também defende o voto em candidatos da região.  “É importante para a região ter boa representatividade; o eleitor precisa analisar o histórico do que o candidato fez pelo Sudoeste, e depois dessa análise, votar no candidato”, comentou Marcos.

O presidente do Sindimetal Sudoeste, Evandro Néri, vê como importante “defender o apoio a quem está próximo da comunidade e firmar pactos de compromisso dos candidatos com a redução de impostos e temas defendidos pelos empreendedores do Estado, o que pode impulsionar a economia e, por consequência, a geração de novas frentes de trabalho.”

Já o vice-presidente do Sistema Fiep e coordenador regional do Sistema, o pato-branquense Cláudio Petrycoski diz que o Brasil é um dos países com a maior carga tributária do mundo. Segundo ele, “a sociedade até pode pagar impostos elevados, mas seria muito importante que estes recursos voltassem em forma de benefícios reais na mesma proporção, algo que historicamente não vem ocorrendo.”

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