Ela atua como tradutora e intérprete de Libras há dois anos.
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Ketlyn Cavasin, 19 anos, é ouvinte e teve o primeiro contato com a Língua Brasileira de Sinais (Libras) enquanto estudava no Colégio Estadual Mário de Andrade (Cema), com a professora Maria Daniela Mendes, que era professora de Libras no Magistério. Ketlyn, que não tem parentes surdos, é tradutora e intérprete de Libras há dois anos. Ela conta que seu incentivo é dar apoio à comunidade surda, promover a acessibilidade e saciar o direito linguístico do surdo.
“Agradeço o apoio da professora Maria Daniela, que percebeu a minha habilidade com as mãos e o interesse com a língua. No começo, eu queria fazer Educação Física, mas me encontrei na área de Língua de Sinais, porque é a identidade da cultura surda.” Hoje, ela faz bacharelado em Letras/Libras, pela Uniasselvi.
Seus planos são continuar se atualizando nos sinais, buscar conhecimento e ter contato com a comunidade surda, porque é “ali que você vivencia a identidade deles”. Para Ketlyn, os desafios são a falta de respeito, já que algumas pessoas ainda brincam com a Língua de Sinais, e a necessidade da sociedade reconhecer o intérprete como profissão.
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