Lideranças locais analisaram a nova determinação para os vários setores da economia.

O prefeito de Pato Branco, Robson Cantu (PSD), publicou as novas medidas de enfrentamento ao coronavírus no município, depois de ter determinado o fechamento do comércio por três dias – 20, 21 e 22.
Juntamente com representantes de diversos segmentos da sociedade, o pefeito apresentou um planejamento estratégico de longo prazo, visando preservar a saúde e a economia. A discussão observou os diversos setores do município. O prefeito voltou a afirmar que a responsabilidade pela continuidade da flexibilização do decreto está nas mãos das pessoas.
De acordo com o novo decreto, fica estabelecido o horário funcionamento do comércio das 10h às 19h, dos supermercados, mercearias e açougues das 9h às 22h e escritórios de prestação de serviços das 9h às 18h. Bares, restaurantes, lanchonetes e também voltarão a trabalhar com 50% da capacidade de atendimento e todas as medidas de proteção. Para o presidente do Sindicato do Comércio, Ulisses Piva, as medidas contemplam o setor produtivo e as questões de segurança e da saúde da população.
Preservação da economia
O empresário Valter Trojan, representante da indústria no encontro, disse que as medidas preservam a economia e permitem manter os cuidados com a saúde pública. O presidente do Sindicato dos Comerciários, João Carneiro, que representa mais de dois mil trabalhadores no comércio de Pato Branco, disse que a classe trabalhadora precisa ser mais ouvida no processo. Para o presidente do Sindicomércio Ulisses Piva, as medidas contemplam o setor produtivo e as questões de segurança da saúde da população.
Os demais estabelecimentos poderão funcionar com ampliação do horário de funcionamento, visando facilitar o fluxo dos serviços e o atendimento escalonado de pessoas, limitado o fechamento, às 22h. Igrejas e templos religiosos também poderão realizar os cultos e celebrações observando as normas de distanciamento e uso de máscara e álcool gel.
A partir de hoje, e durante o período de 30 dias, o transporte coletivo funcionará com as linhas industriais operando com capacidade máxima de 85% de lotação. Já as demais linhas deverão operar com a capacidade máxima de 60% de lotação, e nenhum passageiro poderá ser transportado em pé e sem o uso de máscara.
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