Cooperativas e associações de agricultores familiares podem se inscrever para a seleção.
Termina domingo, 16, às 17h, o prazo de inscrição para a chamada pública eletrônica do Programa Compra Direta Paraná. Serão investidos R$ 27 milhões para a compra de alimentos produzidos ou processados por agricultores familiares. A entrega será feita diretamente a entidades socioassistenciais, que, por sua vez, destinam a pessoas em situação de vulnerabilidade. A estimativa é que sejam atendidas 1.100 entidades.
“As compras governamentais de alimentos fortalecem os circuitos locais e regionais, além das redes de comercialização. Também valorizam a biodiversidade e a produção orgânica, incentivam hábitos alimentares saudáveis e estimulam o cooperativismo e o associativismo”, destacou a chefe do Departamento de Segurança Alimentar e Nutricional (Desan), Márcia Stolarski.
A expectativa é que o processo de seleção esteja concluído até o fim do mês e que o fornecimento dos alimentos comece a ser efetivado a partir de junho. O edital e a relação de demanda mensal por entidade está disponível no link http://www.agricultura.pr.gov.br/Pagina/Compra-Direta-Parana
O decreto estabelece que a seleção e classificação dos fornecedores é feita mediante chamada pública eletrônica. Para participar do certame, as associações e cooperativas devem estar com suas certidões negativas e situação do CNPJ em dia.
Na região Sudoeste, em 2020, o programa disponibilizou R$ 1.067.384,38 para os municípios da região. A expectativa, para a segunda edição do programa, é que mais cooperativas se inscrevam para a chamada pública e consigam atender os valores contratados para gerar renda entre as famílias e movimentar a economia.
No ano passado, uma entidade da região de Francisco Beltrão firmou contrato de R$ 93 mil para a entrega de produtos e conseguiu entregar R$ 63 mil. Foram atendidas cerca de 30 instituições assistenciais.
No Sudoeste, o programa atenderá famílias e pessoas cadastradas nos Cras, casas de passagem, casas-abrigo, entre outras. Os alimentos serão entregues diretamente às entidades, que terão de fazer a prestação de contas diretamente ao governo estadual.
Serão entregues frutas, verduras, legumes, temperos, panificados, arroz e feijão e suco de uva ou outros.







