Projetos contemplam música, danças, oficinas e literatura

51 pessoas jurídicas e físicas foram beneficiadas.

A professora Joceane Priamo lançou livro de poesias em Beltrão.

A Lei Aldir Blanc de apoio à cultura contemplou 51 projetos de pessoas jurídicas e físicas em Francisco Beltrão que atuam neste segmento. O diretor do Departamento Municipal de Cultura, Vilmar Mazetto, lembra que foram aprovados 44 projetos para receber os recursos — um auxílio durante a pandemia do coronavírus. 

Os projetos aprovados são os mais diversificados, tais como danças, musicais, oficinas culturais e edições de livros, entre eles os de João Sanczkoski (Guarda Rural, um benfeitor entre jagunços e posseiros), Laurentino Risso (imprensa e história de Beltrão), Marco Aurélio Fraporti (retrata a trajetória pessoal no teatro ao longo de 20 anos), Rui Machado (tradicionalismo gaúcho em Beltrão) e Jociane Priamo (poesias).

As apresentações de danças serão promovidas quando diminuírem os casos de contágio da Covid-19. O Governo Federal repassou aproximadamente R$ 600 mil para os projetos aprovados em Beltrão.

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Segundo Vilmar, o município foi o primeiro do Sudoeste do Paraná a repassar o dinheiro da Lei Aldir Blanc para artistas, trabalhadores e empresas contemplados. O prazo de execução dos projetos foi ampliado. De acordo com Vilmar, os municípios que devolveram recursos do programa vão poder solicitar novas verbas. “Foi uma ajuda fantástica pra eles [pessoas que atuam na área da cultura]”, disse o diretor. Os beneficiados terão prazo até 2022 para entregar a prestação de contas. 

40% no Paraná
A diretora da 14ª Regional de Cultura, Clenir Corá, de Ampere, diz que aproximadamente 40% dos municípios paranaenses não conseguiram utilizar os recursos da Lei Aldir Blanc. A 14ª Regional abrange os municípios da região Sudoeste.

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