Entre 2013 a 2016, unificou-se os desfiles do Centro e da Cidade Norte.

Rafael Júnior atuou como mestre de cerimônia nos desfiles de 7 de setembro, durante a gestão de Antônio Cantelmo Neto, de 2013 a 2016. Foi neste período em que aconteceu a unificação dos desfiles do Centro e da Avenida Atílio Fontana. “Passou a ser feito apenas um desfile na União da Vitória. Até foi sugerido na Rua Curitiba, que já tinha binário, mas acabou sendo na União da Vitória.”
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Segundo Rafael Júnior, os preparativos iniciam ainda no começo do ano letivo. “Quem levantava esta demanda era a Secretaria de Educação, com participação do 16º Esquadrão [de Cavalaria Mecanizado]. O desfile era dividido em duas partes; na parte militar, conduzida pelo protocolo do próprio Exército, e outra parte do município. Não era preciso improvisar muito, porque o Exército executava a primeira parte e nós ficávamos com a parte do município. Era meio protocolar, desenhado cada turma, cada escola tinha uma frase específica.”
Naquela época, não se fazia uma transmissão do evento. Através da Prefeitura, era feita apenas uma estrutura para execução do desfile, com um palanque para as autoridades e a parte de som instalada em toda a Avenida União da Vitória, desde o Parque de Exposições, onde ficava a preparação, até o palanque das autoridades, onde acontecia a dispersão, na Rua Bahia com a União da Vitória.“A Rádio Princesa fazia a transmissão e as demais rádios faziam reportagens. Os órgãos de imprensa de um modo geral passavam por ali, fotografando e gravando.”
Roteiro
Rafael Júnior ressalta que o roteiro já estava esquematizado pela Secretaria de Educação, por isso as entidades que iriam desfilar se baseavam nele e enviavam normalmente um roteiro pronto. “Havia um modelo padrão, com cabeçalho, que era substituído pela instituição, com cerca de dois parágrafos de informações. Uma frase de impacto, o que estava sendo representado ali.”






