UM LIVRO SOBRE DOM AGENOR

Um livro sobre Dom Agenor Girardi


A vida e obra de Dom Agenor Girardi em livro


Capa do livro de Dom Agenor, publicado em União da Vitória.

Filho de família beltronense, Agenor Girardi foi ordenado padre da Congregação dos Missionários do Sagrado Coração em 1992, bispo auxiliar de Porto Alegre em 2012 e bispo diocesano de União da Vitória de 2015 até sua morte, em 2018, com 66 anos.

Agora sua história está num livro escrito pelo diácono Ulysses Sebben, com o título “Terceiro Bispo da Diocese de União da Vitória 2015 – 2018. É mais uma fonte de informação sobre Dom Agenor, cujo diário é publicado semanalmente pelo Jornal de Beltrão, desde 2018, seguindo até hoje, na página 13.

Estrutura do livro

Em 284 páginas, revisadas pela professora Fahena Porto Horbatiuk, Ulysses Sebben começa com uma síntese biográfica, seguindo com a família e vários tópicos da vida sacerdotal de Dom Agenor, começando pela vocação e o seminário em Francisco Beltrão, depois as viagens, visitas, passeios, lazer, movimentos da Igreja Católica, formação presbiteral, diaconato, retiros e exercícios espirituais, suas atividades como bispo, ordenações de diáconos e sacerdote e, publica também, artigos de Dom Agenor.

Prefácio destaca a bondade do bispo

Dom Agenor era “um homem todo especial”, escreveu, no prefácio padre Mário Fernando Glaab, acrescentando: “O que é destaque permanente em toda a obra, seja na história, seja nos testemunhos, é a grande bondade que caracteriza este bispo”.

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Origem familiar e vocação

Ao falar da importância da família que deu origem ao bispo (Santo e Tereza Sprícigo Giardi, com os filhos Olindo, Vitalino, Maria, Agenor e Quintino), Sebben anotou: “Sinto claramente que a oração de sua família e, em especial, da mãe Tereza, foram a grande razão do chamado de Dus feito ao menino, seu filho Agenor, para o seu seguimento na vida consagrada sacerdotal e episcopal. Um magnífico exemplo!”

Filho de agricultores, Agenor foi um garoto e jovem que gostava de jogar futebol e desde criança dizia que seu sonho era tornar-se padre.

Caminho sacerdotal

Como padre, viveu um período na cidade do Papa e, de volta ao Brasil, assumiu várias paróquias, como anotou, também, o autor do livro: “Agenor, depois de dois anos em Roma, depois de fazer o Cetesp (congresso de teologia) no Rio, depois de ser mestre de noviços durante cinco anos e depois de coordenar o Cetesp por três anos no Rio… cai por terra, assumindo uma paróquia na periferia de Curitiba. Foi preciso descer ao chão da realidade, ao chão da vida do povo.”

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