
JdeB – Quarta-feira, dia 1º, no Restaurante Avenida, em Renascença, aconteceu a posse da nova diretoria do Sindicato Rural. Além dos novos diretores, tomaram também as integrantes da Comissão de Mulheres. O engenheiro agrônomo Paulo Golim, do Senar-PR/, explicou ao JdeB sobre esta nova ação do Sistema Federação da Agricultura do Estado do Paraná/Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Faep/Senar).
Paulo explicou que a criação e capacitação das comissões de mulheres é um projeto novo para os sindicatos rurais. “A comissão de mulheres funciona como um apêndice da diretoria, onde as mulheres, esposas de diretores, as filhas e jovens que podem colaborar com sua experiência, vêm pra essa comissão, é elaborado o plano de trabalho e executado por três anos. Entre elas é constituída a coordenação, essa coordenação, recebe a consultoria da Faep, que vem aplicar cursos nos municípios. São diversas ações, desde a área social, treinamentos, cursos, realização de viagens técnicas e a colaboração com a diretoria. Enfim, é a mulher do campo vindo pro sindicato rural, pra fortalecer cada vez mais o Sistema Faep/Senar”, explicou o engenheiro agrônomo. A formação da comissão de mulheres do Sindicato Rural de Renascença ocorreu em novembro de 2022. Quarta-feira, à tarde, foi as integrantes do conselho participaram da reunião de planejamento estratégico e operacional, que definiu as ações para executar durante o ano. Paulo disse que de tempos e tempos representantes da Faep/Senar virão acompanhar a comissão de mulher para que ela obtenha sucesso.
Paulo destacou esta ação do Sistema Faep/Senar, em prol das mulheres visando a atuação na sociedade e nas propriedades rurais de suas famílias. “A contribuição da sociedade, é que essas mulheres sejam, primeiro, preparadas pra ajudar na gestão das propriedades junto com seus maridos e seus filhos; segundo coisa importante é na sucessão familiar, que é fundamental, o sudoeste Paraná precisa fazer sucessores; terra não se vende, se compra, e a mulher é fundamental na sucessão. Então, essas mulheres, vovós, tias, filhas vão pra dentro dos sindicatos, se capacitando com os cursos de liderança, de gestão e técnica. Hoje nós temos cursos de operação de colheitadeiras e trator só de mulheres, inclusive a instrutora é mulher. Então, nós estamos colocando um foco em cima das mulheres do campo na parte técnica, de gestão e de liderança, pra que elas possam ser líderes dentro do sindicato, na sua capela, na sua comunidade e entidades do seu município, mesmo que seja na cidade”.
O engenheiro agrônomo disse que o Sistema Faep/Senar está à disposição de outros sindicatos rurais que queriam auxílio para implantar as comissões de mulheres e que “a Faep banca todos os custos e nós estamos aí pra somar: homens, mulheres, jovens e crianças pra fazer uma sociedade melhor no campo.





