Não sou candidato a vice, do Ciro ou de ninguém, diz presidenciável Eduardo Leite

Política

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), negou que tenha a intenção de ser candidato a vice-presidente no ano que vem. “Não faz o menor sentido ser vice, nem do Ciro [Gomes, PDT], nem de ninguém.” “Não estou alinhado com ele, que é equivocado na sua visão de desenvolvimento”, disse o gaúcho, que disputa as prévias para decidir quem será o presidenciável tucano com o governador paulista, João Doria. Ele comentava reportagem do jornal Folha de S.Paulo que havia mostrado como o apoio do senador cearense Tasso Jereissati (PSDB) à sua postulação havia sido lida por setores do partido como a entrega da cabeça de chapa no ano que vem. Isso porque Tasso, um aliado histórico de Ciro, havia falado insistentemente sobre a flexibilidade de Leite para a composição.


Melhor ano do RS

“Eu terei o melhor ano do meu mandato no Rio Grande do Sul. Não faz sentido em renunciar em abril se não for para liderar o projeto, como tantas lideranças do meu partido me estimulam a fazer.” Se perder as prévias, diz, vai “apoiar o candidato tucano e distribuir santinho” na eleição — que por ora tem à frente nas pesquisas Lula (PT), seguido pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e, mais atrás, um bloco liderado por Ciro e outros nomes da dita terceira via, na qual tanto Leite quanto Doria estão embolados.


Tasso já apoiou Ciro

Em 2002, quando o candidato do PSDB a presidente foi José Serra, Tasso apoiou Ciro Gomes (então no PPS, hoje Cidadania).

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